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Afinal, quem é o meu próximo para que eu o ame?

Reintegração

(Imagens Google)

Temos presenciado com bastante frequencia, reações constrangedoras de grupos radicais isolados que estão tentando reprimir de forma violenta, deixando emergir instintos primitivos e fomentando o desamor e a discriminação desenfreada contra pessoas que expressam comportamentos ou pensamentos diferentes dos demais membros da sociedade na qual estão inseridos.

Atualmente a sociedade tem se mostrado indignada com grupos homofóbicos fundamentalistas por não praticarem o mandamento bastante incisivo declarado por Jesus: “devemos amar nosso próximo como a nós mesmos”. Jesus apresentou de forma bastante compreensível a um dos Doutores da Lei como identificar quem é o nosso próximo. Se você ainda não conhece a Parábola do “Bom Samaritano”, seria importante que você a lesse antes de prosseguir com a leitura deste artigo (Biblia Sagrada, Lc. 10:25-37); isso facilitará a compreensão do meu raciocinio.

Jesus perguntou: “quem foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores”? Estava bastante claro que foi o que usou de misericordia para com ele. Atitudes inconsequentes como o pai que foi agredido e teve sua orelha mutilada simplesmente por estar abraçado com seu filho, estão proporcionando não só cicatrizes físicas, mas também sociais e emocionais.

Entendo que os movimentos de conscientização para o combate à discriminação social, comportamental, religiosa e étnica, levam em seu âmago, um clamor muito mais profundo, que é a necessidade de amor e aceitação social. Os grupos minoritarios que estão clamando por um espaço na sociedade, na verdade estão precisando de amor e de misericordia, o que não implica que a maioria concorde ou não com suas atitudes, e ou comportamentos “diferentes”.

Quando os cristãos se expressam contrários à aprovação das leis que combatem a homofobia, estão sendo mal interpretados devido a forma como estão expondo suas opiniões. Como cristã, me sinto à vontade para expressar nosso verdadeiro pensamento a respeito das atitudes homofóbicas. Não somos contra as pessoas que tem comportamentos GLBT, porém não podem nos obrigar a pensar e agir como eles; todos os seres humanos possuem o livre-arbítrio de pensar e agir conforme seus próprios princípios, desde que suas atitudes não interfiram e nem comprometam o espaço de seu semelhante; indistintamente, todos nós carecemos do amor e da misericórdia de Deus, porém esse “direito” que Ele nos deu, não nos isenta de sermos reprovados por nossos comportamentos contrários às leis divinas.

Deus nos criou com sexos definidos, macho e femea, homem e mulher, e cada sexo possue comportamentos emocionais proprios e reações diferentes um do outro. Temos instruções suficientes (não somente bíblicas), para usufruir com sabedoria dos prazeres físicos, e entendermos que toda prática diferente da forma como Ele nos criou, acarretará em consequencias desastrosas que poderão ser até mesmo irreversiveis.

A questão que não pode calar é que tanto homossexuais quanto heterossexuais não podem se enfrentar mutuamente de forma animalesca, tentando fazer prevalecer suas respectivas formas de pensar e de agir. É fato que “cada qual com seu igual”, mas a liberdade proclamada pelos GLBTs não pode comprometer a liberdade dos heterossexuais e vice-e-versa; afinal, agora são os heterossexuais que estão sendo discriminados. O respeito deve ser de mão dupla e não apenas de um grupo em relação ao outro.

Na Parábola apresentada por Jesus, vemos que a violencia desenfreada e injustificavel dos salteadores, quase tirou a vida de um inocente. Caído na beira da estrada e semi-morto, aquele homem foi julgado, discriminado e desprezado por dois dos homens que passaram por alí. Um deles era um doutor da lei, ou seja, alguém que possuia muito conhecimento filosófico e religioso, mas ainda não conhecia a linguagem do amor e da misericordia; claro, sua posição privilegiada na sociedade, eclipsou o amor fraternal que ele poderia expressar naquela oportunidade.

O outro foi um levita, que apesar de também ser religioso, cultivava escrúpulos pessoais, pois tinha medo de se “contaminar” com o sangue daquele homem que poderia estar morto; na dúvida, também preferiu ignorar a oportunidade de expressar seu amor fraternal para com aquele desafortunado.

Logo depois, um novo caminhante passou por alí. Era um homem de Samaria e por não estar aprisionado aos dogmas religiosos praticados nas sinagogas de Jerusalem, nada havia que o impedisse de socorrer aquele desconhecido caído na beira da estrada. Ele não perdeu a oportunidade de expressar seu amor ao próximo. Sua atitude foi completa; deu atendimento de primeiros socorros e depois o levou a uma estalagem onde ele poderia receber acompanhamento para sua total recuperação. Deixou um valor como caução, com o objetivo de cobrir as despesas do tratamento, mas também prometeu voltar e cobrir as despesas que ultrapassassem o valor depositado.

O samaritano fez tudo o que estava ao seu alcance oferecendo total assistência para que o tratamento alcançasse o resultado esperado. Assim, concluímos que “próximo é aquele que usa de misericordia para com o outro, e que “põe a mão na massa”, sem escrúpulos de “sujar” suas mãos, mas seu principal objetivo é socorrer e, por amor, reintegrar à sociedade os necessitados e excluídos por ela. O próximo ama, abraça, oferece calor humano com suas atitudes, mas também providencia uma nova forma de vida para o necessitado. Ele entra junto no barco para acompanhar mais de perto os infortúnios de seus semelhantes e cria formas de dar a solução mais adequada ao problema, porém isso não implica que tenha que concordar com a vida que o ajudado esteja levando!

Esta Parábola nos permite entender que Jesus Cristo teve para com a humanidade, a mesma atitude que aquele samaritano. Nós estávamos no pecado da desobediência, o que nos mantinha distantes de Deus; nessa posição espiritual, nosso adversário (satanás), constantemente nos acusava e nos oprimia. Mas Jesus se ofereceu a si mesmo para nos resgatar dessa posição de pecadores para nos levar às “regiões celestiais” (posição simbólica alcançada pela salvação em Jesus Cristo). Nessa posição de salvos pela fé e pela graça de Jesus Cristo, estamos sempre recebendo acompanhamento divino para nossos dilemas emocionais, sociais, comportamentais e espirituais para que possamos nutrir uma sadia comunhão com Deus.

Jesus se apresenta como o “Bom Samaritano”, pois nos amou e usou de misericórdia para conosco. Ele nos deixou o verdadeiro exemplo do que é amar o próximo; amar o próximo não é simplesmente concordar com as atitudes do nosso semelhante, para agradá-lo de forma inconsequente. Amar o próximo é dar-lhe a oportunidade de conhecer uma nova vida de paz, saúde e tranquilidade nesta vida e também indicar o caminho da vida eterna que, com certeza, todo ser humano almeja. Cuidado… nem sempre “a voz do povo é a voz de Deus”.

Se você ainda não experimentou os cuidados especiais que esse “Bom Samaritano” pode oferecer, abra seu coração para Ele e permita que Ele cuide de sua vida, em todos os sentidos; com certeza através dEle você entenderá o que é verdadeiramente “amar o próximo como a si mesmo”. Creia que se sua posição é como a de um desses excluídos da sociedade, Ele providenciará sua reintegração social.

Permita que Jesus manifeste em sua vida, todo o Seu Amor e Sua Misericórdia. A partir de então sua vida não será mais a mesma! Experimente!

Por Sonia Valerio da Costa

 

 

bênção1

Apenas Uma Palavra!

(Google Imagens)

Não importa de quantos termos ela seja composta, o que importa é que seja uma palavra que contenha uma mensagem, para gerar vida onde a morte já se instalou.

Uma palavra de estímulo para dar novo ânimo aos desfalecidos.

Uma palavra de energia para levantar quem já perdeu suas forças.

Uma palavra para fortalecer quem já perdeu a coragem.

Uma palavra de confiança para quem já perdeu a fé.

Uma palavra de silêncio para acalmar uma vida conturbada.

Uma palavra amiga para afugentar a solidão.

Uma palavra de conhecimento para banir a ignorância.

Uma palavra de sabedoria para evitar tragédias.

Uma palavra de cura para restaurar os movimentos de quem se encontra na inércia.

Saiba que alguém está esperando de você, “apenas uma palavra”!

Uma palavra muda a história.

Uma palavra cessa guerras.

Uma palavra transforma o caos.

Uma palavra muda situações conflitantes.

Uma palavra muda comportamentos prejudiciais.

Uma palavra muda governos corruptos e autoritários.

Uma palavra alimenta os famintos.

Uma palavra interrompe a violência.

Uma palavra gera a paz.

Uma palavra abre cadeias.

Uma palavra abre horizontes.

Uma palavra reconstrói sonhos.

Uma palavra cria oásis no deserto.

Apenas uma palavra!

Uma palavra detém a força do inimigo.

Uma palavra abre as janelas dos céus.

Uma palavra ressuscita os mortos.

Uma palavra traz à existência o que não existe.

Apenas uma palavra!

Hoje vivemos uma vida tão estressante que não nos preocupamos mais em olhar de forma especial para aqueles que convivem conosco. Esquecemos daqueles que estão caminhando ao nosso lado. Esquecemos dos nossos verdadeiros amigos que permanecem ao nosso lado, independente se estamos vivendo bons ou maus momentos. Não temos tempo de retribuir nem mesmo com “apenas uma palavra”, tudo o que temos recebido.

Um dia chega o momento que nós é que estamos precisando de “apenas uma palavra”. Olhamos ao nosso redor e não vemos ninguém que possa preencher o vazio da nossa alma; é nesse momento que precisamos nos lembrar que alguém, nada menos do que Jesus, o Filho de Deus, que passou por dores físicas, emocionais e espirituais e, quando se encontrava no momento mais agonizante de sua vida, seu suor transformou-se em gotas de sangue. É por isso que somente Ele pode compreender, quando estamos verdadeiramente precisando de “apenas uma palavra”. Ele não nega e nunca negou amor e sacrifício para realizar o impossível em nossas vidas.

“Apenas uma palavra” é suficiente, quando é enviada diretamente dos céus sobre nossas vidas. Ela aquece nossos corações e fortalece nossa fé e nossa confiança em Deus; acalma e acerta nossos passos com os passos de Deus. Caminhando lado a lado com Ele, chegaremos ao lugar tão sonhado e tão desejado, onde o próprio Deus abrirá os olhos do nosso entendimento e nos fará saber que Ele esteve conosco em todo o tempo, mesmo nos momentos de adversidade.

Receba da parte de Deus “Apenas uma palavra” e hoje ela mudará sua vida.

Sonia Valerio da Costa
12/01/2010