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Dia dos Namorados (12 de junho)

Fonte: Quem Namora

Diferenças entre os relacionamentos:

Amor colega:

Quando o relacionamento é apenas de coleguismo, ficamos contentes quando revemos uma pessoa que nos trouxe algum benefício, alguma alegria, ou mesmo nos orientou em algum problema que enfrentávamos no momento em que aquela pessoa nos foi útil. Normalmente esquecemos grande porcentagem dos benefícios que recebemos desses nossos “colegas”; mas, quando os encontramos temos o prazer de compartilhar alguma novidade, mas tudo de forma um tanto superficial. É difícil quem não possui diversos relacionamentos de coleguismo. Este tipo de relacionamento acontece geralmente entre colegas de escola, ou mesmo de trabalho. Quando as circunstâncias da vida, separam essas pessoas, o sentimento de perda é tão irrisório, que não nos provoca dores e nem mesmo frustrações.

Amor Amigo:

Quando encontramos alguém que sentimos uma confiança mais profunda e ficamos à vontade para compartilharmos assuntos mais íntimos, segredos, de forma que possamos receber ajuda, orientação e até mesmo conselhos, vamos formando laços de amizade, e de uma certa querência, que até sentimos saudades de conversar, de trocar idéias, de colocar os assuntos em dia e, até mesmo expor nossas necessidades para encontrar ajuda em todos os sentidos. Se por algum motivo inesperado, acontecer um distanciamento, sentiremos saudades, solidão, mas apesar de guardarmos lembranças agradáveis pela convivência dessa amizade que tivemos o privilégio de usufruir, aceitamos emocionalmente de forma tranquila, tanto que logo encontramos uma nova amizade.

Amor Amor:

Este é o tipo de relacionamento que se comemora no dia 12 de junho no Brasil. Em alguns países essa data é comemorada em 14 de fevereiro, dia de São Valentim. Conta a história que na Roma Antiga do século III o imperador romano Cláudio II, proibia o casamento dos seus soldados. Ele acreditava que os solteiros eram mais eficientes nos campos de batalha.

Sem se importar com as ordens do Imperador, o sacerdote Valentim continuou celebrando casamentos secretamente. Foi descoberto e condenado à morte. Na prisão, Valentim se apaixonou pela filha de um carcereiro. No dia 14 de fevereiro, antes de morrer, Valentim deixou um cartão para ela, assinado: “Do seu namorado”. Por isso os apaixonados celebram o amor no dia de São Valentim. (Fonte “Eco Kids: guia de datas comemorativas” de Marli Mitsunaga)

No Brasil, o Dia dos Namorados foi criado em 12 de junho de 1949 pelo publicitário João Dória, para aumentar as vendas das antigas lojas Clipper. Essa data cai na véspera do dia de Santo Antonio, que é o “Santo Casamenteiro”.

Há alguns anos atrás percebíamos uma nostalgia muito forte envolvendo os amantes e apaixonados, que, por serem conscientes da necessidade de que o ser humano precisa usufruir de um amor estável, buscavam fortalecer seus laços e vínculos amorosos e até aproveitavam a ocasião para tomar decisões mais sérias em suas vidas.

Hoje, com a inversão de certos valores sociais, onde vemos uma grande ênfase ao “descompromisso”, muitos simulam a existência de amor, apenas para levar vantagens, ganhar presentes e até mesmo ter uma companhia para passar uma tarde ou uma noite de prazer, apenas físico.

O lindo amor “eros” que é forte o suficiente para unir pessoas numa vida íntima de felicidade, está sendo sutilmente congelado e substituído pelo amor “ficante”. Os que se encontram carentes são as maiores vítimas desse tal “amor ficante”, pois se apegam a esse tipo de relacionamento sem futuro, principalmente por falta de opção e também porque não vêem outra forma de satisfazer suas necessidades físicas e emocionais. Quando caem na realidade, se dão conta das feridas emocionais que permitiram acontecer em suas vidas.

Nesse ponto não podemos culpar nenhum dos sexos, porque ambos estão sendo manipulados pelos desvios dos comportamentos sociais que deixaram de valorizar a família, que é o único lugar onde podemos tirar nossas máscaras sociais e vivermos nossa verdadeira identidade.

Mas como saber se fomos ou não atingidos pela flecha desse amor verdadeiro, desse amor “eros” e se realmente encontramos ou não a pessoa dos nossos sonhos?!

É muito fácil de identificar através das nossas próprias reações. Assim como o amor “colega” e o amor “amigo” afetam muito superficialmente nossas emoções quando os perdemos, o amor “eros” não aceita abrir mão da felicidade. Ele cria raízes tão mais profundas, que não se consegue uma separação ou um distanciamento sem deixar feridas profundas, mágoas e cicatrizes, e porque não dizer também “saudades”!!!

Quando existe a dúvida em identificar se o sentimento é apenas “um forte amor amigo” ou o “amor eros”, é até válido um afastamento para permitir que os corpos e almas dos envolvidos possam ter a oportunidade de reagir à essa nova situação de solidão, e poderem compreender a linguagem de seus corações.

Normalmente, o “amor amor” se fortalece nessas separações, pois se consegue visualizar de forma mais clara e racional, o quanto a outra metade representa para nossas vidas.

Nessas separações, descobrimos se esse amor eros existe ou não, quando detectamos alguns sinais como: 

– preocupação com o que possa estar acontecendo com o outro(a); será que está acontecendo alguma coisa?! … o que será sua ocupação neste momento?!

– uma solidão começa a invadir o coração… vai tomando conta do corpo e nada nem ninguém conseguirá preencher satisfatoriamente a ausência do outro(a); nessas circunstâncias nos tornamos irritadiços por não encontrarmos respostas que possam acalmar nossas emoções.

– a saudade aumenta em progressão geométrica; nos fechamos e nos refugiamos na solidão interna, fazendo o estritamente necessário para nossa sobrevivência; passamos a andar com o semblante caído, perdemos o viço da alegria de viver. Esse sentimento inexplicável, sem tradução, chamado “saudade” corrói nossos pensamentos que nos mata lentamente!!!

– o raciocínio perde o controle e até mesmo a razão; a imagem do outro(a) insiste em ocupar nosso pensamento; com isso, o pensamento se “desliga” e “viaja” em vão, pela busca do outro(a).

Se estivermos com esses sintomas, através de nossas atitudes, poderemos desbloquear um relacionamento truncado, e fazer reacender a chama do amor.

Vamos abrir nosso coração para o amor, pois esse é o sentimento mais sublime que Deus criou para nos unir e nos multiplicar.

Deus é o próprio AMOR.

COMUMENTE É ASSIM

Cada um ao nascer
traz sua dose de amor,
mas os empregos,
o dinheiro,
tudo isso,
nos resseca o solo do coração.
Sobre o coração levamos o corpo,
sobre o corpo a camisa,
mas isto é pouco.
Alguém
imbecilmente
inventou os punhos
e sobre os peitos
fez correr o amido de engomar.                                                                                              Quando velhos, se arrependem.
A mulher se pinta.
O homem faz ginástica
pelo sistema Muller.
Mas é tarde.
A pele enche-se de rugas.
O amor floresce,
floresce,
e depois desfolha.

Vladimir Maiakóvski

NÃO DEIXE O AMOR PASSAR

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

Por isso, preste atenção nos sinais – não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

Carlos Drummond de Andrade

Sonia Valerio da Costa
12/06/2010
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A Importância de Ficarmos na Porta.

(Google Imagens)

Com a experiência que vivenciei nestes últimos meses, pude entender a importância de vigiarmos todas as portas de acesso a qualquer lugar que considerarmos importantes para nós: seja edifício, casa, meio de transporte ou até mesmo internet. Com certeza, muitas pessoas que trabalham em algum desses lugares estratégicos, já devem ter perdido várias oportunidades, ou por distração, ou mesmo por falta de percepção; com isso, perderam oportunidades, que poderiam mudar totalmente suas vidas.

Lembrei-me de um homem que decidiu assumir essa posição de permanecer assentado à porta do Palácio do rei Assuero. Seu nome?… Mardoqueu. (Bíblia Sagrada – Ester 2:21) Ele assumiu essa posição na fortaleza de Susã, por sua livre e expontânea vontade.

Através do relato bíblico entendemos que as pessoas que por alí passavam, não davam a mínima importância à sua presença junto daquela porta. Tanto isso era fato que, dois eunucos do rei, que eram guardas daquela porta, conspiraram alí mesmo contra o rei, procurando ocasião para matá-lo; tão distraídos estavam que nem deram importância à presença de Mardoqueu.

Sendo primo da rainha Ester, Mardoqueu fez com que o caso chegasse sigilosamente ao conhecimento do Rei. A acusação foi investigada e como teve provas da veracidade do fato, os envolvidos foram condenados e o acontecimento foi registrado no livro das Crônicas do Rei.

Muitas vezes também somos desconsiderados e até mesmo desprezados quando assumimos publicamente que somos cristãos, e que servimos a Jesus Cristo, Filho de Deus. Quando estamos nEle e Ele em nós, Ele mesmo disse “pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito” (Bíblia Sagrada – Jo. 15:7). Jesus Cristo é a porta de acesso ao Palácio celestial que, biblicamente, podemos comparar com as regiões celestiais em Cristo Jesus,  cujo Rei dos Reis é o Deus Pai, Todo-Poderoso, criador dos céus e da terra.

Em Jesus fomos colocados como atalaias para anunciar o Evangelho de Jesus Cristo, para que através dEle muitos possam entrar por essa Porta (Jesus Cristo) e receberem a Salvação de suas vidas.

Na posição de atalaias precisamos estar atentos, tanto para com os que entram, como para com os que saem desse “palácio”. Alguns saem com o objetivo de levar a Mensagem de salvação para aqueles que se encontram distantes da presença de Deus; outros, principalmente aqueles que nasceram dentro do palácio, saem para conhecer as “novidades” que estão acontecendo lá fora. Estes, infelizmente, acabam se perdendo e depois enfrentam sérias dificuldades, para encontrarem novamente a Porta de entrada.

Um terceiro grupo,  não entra e nem sai, mas prefere ficar na porta procurando ocasião para desvirtuar os ensinos do Mestre; são como os fariseus sobre os quais Jesus falou: “Ai de vós, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês fecham o Reino dos céus diante dos homens! Vocês mesmos não entram e nem deixam entrar aqueles que gostariam de fazê-lo.” (Bíblia NVI – Mt. 23:13)

Para não deixar dúvidas aos seus seguidores, Jesus ensinou sua doutrina na prática. Conhecedor das dificuldades que seus discípulos enfrentariam para viver seus ensinamentos, prometeu que, quando subisse para junto do Pai, não os deixaria órfãos, mas enviaria o Espírito Santo de Deus, para que os pudesse consolar, orientar, ensinar, revelar, santificar, purificar, limpar, proteger e os iluminar.

Isto aconteceu no Dia de Pentecostes, quando os discípulos de Jesus estavam reunidos no Cenáculo, com medo de tudo e de todos.

“E cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; e de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles; e todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.” (Bíblia Sagrada – At. 2:1-4)

Podemos entender o Espírito Santo como nosso verdadeiro firewell que, como um  muro de fogo, nos dá total proteção contra os ataques do inimigo das nossas almas. No caso de Mardoqueu, esse inimigo era representado por Hamã. Quem tem o espírito Santo de Deus, não precisa temer as calúnias nem os falsos testemunhos, pois assim como Mardoqueu foi honrado pelo próprio Hamã, por ordem do Rei Assuero, o nosso Deus e Pai nos honrará através de seu Espírito Santo, diante dos nossos inimigos.

Busque ser cheio do Espírito Santo; com certeza você vivenciará uma nova vida em Jesus Cristo e terá maior intimidade com Deus, nosso Pai e Senhor de nossas vidas.

“Que o Amor de Deus nosso Pai, a Graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e as Consolações do Espírito Santo, seja com todos! Amém e Amém!

Sonia Valerio da Costa
29/05/2010

Cultivando relacionamentos saudáveis.

(Google Imagens)

“Uma pessoa tem que ter amigos, estar com pessoas próximas e entes queridos. Nós geralmente sorrimos quando estamos acompanhados”.

Acabei de ler esta frase num periódico que fala sobre comportamento social. Parece-me que este assunto tem incomodado muita gente, pois como estamos sendo absorvidos pelos relacionamentos virtuais, os laços de compromissos afetivos estão se tornando cada vez mais frouxos.

Como seres humanos, não podemos utilizar a Internet como uma “droga” semelhante aos psicotrópicos, ou como um meio de fuga da nossa realidade. Quando perdemos o controle sobre o tempo que passamos grudados ao computador, nossa personalidade poderá ser distorcida, onde o mundo real não nos trará mais prazer algum. Essa fuga do real para o virtual acabará nos levando ao êxtase de uma alegria ilusória.

Sabemos que no mundo virtual vale tudo, ou quase tudo e que nem é necessário colocarmos máscaras para escondermos nossa personalidade e  estado de ânimo. Não temos o trabalho de disfarçar alguma atitude nossa em particular, a qual sabemos de antemão que poderá entristecer alguém.

As pressões sociais e as decepções acumuladas durante nossa vida, não são e nem podem ser utilizadas como justificativa para tentarmos compensar no campo virtual, a felicidade não encontrada no mundo real.

Encontramos internautas que acabam chegando ao extremo de enganarem seus amigos virtuais, através da mediocridade de uma máscara, e se divertem às custas de suas vítimas. Chegam a pensar que estão enganando e manipulando suas vítimas menos desavisadas, porém, estão enganando-se a si mesmos. O mundo virtual vai se mesclando sorrateiramente com o mundo real de tais pessoas, como num processo de osmose, e quando “acordam”, percebem que entraram num beco sem saída.

Para se conseguir voltar à realidade de forma sadia, e sem sofrimentos emocionais, devido aos períodos de abstinência de viver uma vida real e sem fantasias, somente buscando ajuda de profissionais da área comportamental.

O atual comportamento social está nos levando para a solidão, sendo que o ser humano não foi criado para isso. Mas nós podemos reverter essa situação, criando mecanismos que possam controlar nosso acesso ao mundo virtual. Nós temos um controle remoto em nossas mãos e não pode ser jogado fora; ele pode ser nossa tábua de salvação.

“Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas nem tudo edifica. Tudo me é permitido, mas eu não deixarei que nada me domine.” (I Coríntios 6:12 e 10:23 – da Bíblia NVI)

Sonia Valerio da Costa
25/04/2010

 

O Desequilíbrio entre o Bem e o Mal!

Atualmente, temos ouvido falar com muita frequência, sobre a necessidade de mantermos um equilíbrio interno, entre o bem e o mal; todos nós, seres humanos, encontramos dificuldades de controlar nossos impulsos. 

Esse equilíbrio proposto a nós seres humanos, no sentido de termos um auto-domínio, quanto a nossas atitudes, pode ser muito bem compreendido através das sábias palavras de um velho indígena, quando aconselhava um índio de sua tribo. Essa mensagem sobre os dois cachorros que existem dentro de nós tem sido bastante veiculada através da internet.

Essa mensagem nos transmite uma lição de moral, para que possamos sempre exercer boas ações. Indiretamente ela nos direciona a que tenhamos comportamentos adequados, para que o Bem possa estar sempre acima do mal; o equilíbrio entre essas duas forças trará consequências desastrosas. Sendo que o desequilíbrio entre os dois cachorros, nos trará a temperança, a paciência e a ponderação para tomarmos atitudes acertadas.

Assim, refletindo melhor sobre esse assunto, veio ao meu coração, que no eterno passado, quando existia apenas o Bem, o próprio Bem teve a ousadia e coragem de criar o Mal, para que, através do Mal, o Bem fosse fortalecido e cada vez mais reconhecido de que verdadeiramente, o Bem existe.

“Onde o pecado abundou, superabundou a graça”. (Romanos 5:20b). Se mantivermos um desequilíbrio interno em favor do Bem, seremos pessoas de carater sincero, onde a verdade estará sempre em nossos lábios, pensamentos e atitudes. Mas, se o nosso desequilíbrio interno for em favor do mal, nossas atitudes serão condenáveis não somente pela sociedade, mas também por Deus, que é o Bem maior e tem o controle de todas as coisas em Suas mãos.

Estamos proporcionando um desequilíbrio interno a favor de quem? Do Bem, que é a verdade, que é o próprio Deus, ou do Mal, que é a mentira e que o pai da mentira é o próprio Satanás? Pelas atitudes (frutos) é que conhecemos quem são as pessoas (árvore).

“Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele? Portanto não permitam que o pecado continue dominando os seus corpos mortais, fazendo que vocês obedeçam aos seus desejos. Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus, como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros do corpo de vocês a Ele, como instrumentos de justiça. Que fruto então colheram das coisas das quais agora vocês se envergonham? O fim delas é a morte! Mas agora que vocês foram libertados do pecado e se tornaram servos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade e o seu fim é a vida eterna. Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Bíblia Sagrada, Carta aos Romanos 6: 1-2, 12-13, 21-23)

Não existe equilíbrio entre o Bem e o Mal, pois o Bem (Deus) SEMPRE prevalecerá!

Sonia Valerio da Costa
22/03/2010

Mulher, presente de Deus!

 

Quando Deus todas as coisas criou,

Criou também o homem, mas certamente percebeu,

Que alguma coisa faltou,

Então criou a mulher, e tudo perfeito ficou!

Certamente a alegria do jardim,

Muito maior se tornou,

O homem olhou para a mulher,

E viu que seu sonho se realizou!

 

Deus as criou perfeitas,

Lindas, como a flor, expressão de puro amor,

Paciência, alegria, abnegação,

Frutos de algo tão lindo,

Que veio a completar o homem, então!

 

Muita dedicação diária,

Para com todos ao seu redor,

Cansaço no fim do dia,

E muita incompreensão,

De maridos, filhos e outros,

Que não querem entender a sua situação!

 

Muitas trabalham fora,

E para isso tem trabalho dobrado,

Além de cuidar dos afazeres do lar,

Tem que no trabalho labutar!

 

Suportar, todos os tipos de pressão,

Muitas vezes até chorar,

Por não ser valorizada,

E ficarem sempre a cobrar!

 

Quando em casa estão,

Esperam uma compensação,

Um carinho, um afago, uma palavra,

Pelo menos de gratidão!

 

Mas quase nem sempre é assim,

Porque muitas cobranças sempre virão,

Todos podem errar,

Ela porem, não!

 

Tem que ser sempre forte,

Tomar a frente sobre as questões que impera,

Porque a decisão precisa ser tomada,

E o tempo não espera!

 

Mas estas mulheres maravilhosas,

Que Deus assim nos confiou,

Para que as amemos e cuidemos delas,

Precisam do nosso amor,

Da compreensão, do carinho, do afago,

Como todo o nosso ardor!

 

Valorizemos estas mulheres maravilhosas,

Que estão ao nosso lado,

Esposas, filhas, noras,

E as tratemos com carinho e cuidado!

 

Porque sem elas não vivemos,

Nem sequer podemos respirar,

Porque sem a presença delas,

Ficaríamos a lamentar!

 

Seríamos incompletos,

Infelizes, vazios e sem rumo,

Por isso Deus na sua infinita sabedoria,

Deu-as para nos conduzir em triunfo!

Poesia de Pr. Silvio Hirota em homenagem ao Dia Internacional da Mulher
Silvio Hirota é Pastor na Igreja Batista Filadélfia – Água Rasa (São Paulo)
 
Sonia Valerio da Costa
08/03/2010

Quando as Mulheres pensam!

“Quem é você mulher, que tem em suas mãos o poder de toda transformação?” (Marinês N. G. Prado)

“Só compreendemos a alegria, quando encaramos a tristeza; a fé, quando ela é testada; a paz, em meio aos conflitos; o amor, quando o perdemos; a esperança, quando ela é confrontada com dúvidas.” (Barbara Johnson)

“Sempre que conto minha história – inclusive o que Deus tem feito em minha vida – tenho a consciência de que isso ajuda outros na caminhada em direção à liberdade. Nesse processo eu também sou curada.” (Star Parker)

“Nem um único dia deixe de dizer uma palavra encorajadora a cada filho. Especialmente se notar alguma melhora, ainda que pequena.” (Ruth Bell Graham)

“Mulher-mãe: alguém que ama profundamente uma vida, antes mesmo dela nascer.” (Celina H. Weschenfelder)

“Embora Deus nos ame, não nos concede imunidade das consequências de nossas escolhas. Porém, quando estragamos as coisas, se lhe pedirmos perdão, Ele ameniza o impacto dessas escolhas, usando nossos erros como uma ‘porta de esperança’ para outras pessoas.” (Donna Rice Hughes)

“Não importa que tipo de emoção experimentamos com a camaradagem conspiratória; não importa que tipo de poder secreto sentimos; a fofoca mina nosso relacionamento com Deus e com os outros.” (Jane Johnson Struck)

“Deus é o grande curador de nossas lembranças; o único capaz de transformar cicatrizes em algo bonito.” (Kathy Peel)

“Deus nunca teve um pensamento preconceituoso. Quanto mais tempo a sós com Ele, mais sua atitude nos contagiará.” (Jill Briscoe)

“O romantismo é o elemento de fascinação e deleite que provoca um profundo desejo de desfrutar a vida com a pessoa que amamos.” (Colleen Townsend Evans)

“Aprendi – da forma mais difícil – que Deus abençoa aqueles que lhe obedecem. Como pude exigir que Ele satisfizesse minhas necessidades se eu não estava lhe obedecendo?” (Mary Hunt)

“Há poder naquilo que você diz – e no que não diz. Deixar de criticar por uma semana vai produzir impacto em seus relacionamentos.” (Jane Johnson Struck)

Pensamentos escolhidos e compilados por
Sonia Valerio da Costa
05/03/2010                                                                           

Mulher (8 de Março)

A origem da comemoração do Dia da Mulher foi um episódio muito triste que aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos, em 08 de março de 1857. Nesse dia, 129 operárias de uma fábrica de tecidos declararam greve por melhores salários e melhores condições de trabalho. Elas se recusaram a sair da fábrica e morreram em um incêndio criminoso. Por causa disso, essa data entrou para a história e foi escolhida para ser o Dia Internacional da Mulher.

Em plena Revolução Francesa, surgiu a Declaração dos Direitos da mulher e da cidadã. Lemos em seu preâmbulo:  “As mães, as filhas, as irmãs, representantes da nação, pedem para ser constituídas em Assembléia Nacional. Considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo pelos direitos da mulher são as únicas causas das desgraças públicas e da corrupção dos governantes, as mulheres resolveram expor os seus direitos naturais, inalienáveis e sagrados em uma declaração…”

Em consequência, o sexo superior em beleza e coragem nos sofrimentos maternos reconhece e declara, em presença do Ser supremo, os seguintes direitos da mulher cidadã:

Artigo 1º – A mulher nasce livre e permanece igual ao homem em direitos. As diferenças sociais podem ser baseadas no bem comum.

Artigo 2º – A finalidade de qualquer associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis da mulher e do homem; esses direitos são: a liberdade, a propriedade, a segurança e, sobretudo, a resistência à opressão.

Essa Declaração cujo texto completo compreende dezessete artigos, semelhante à declaração de 26 de agosto de 1789, escrita por uma simples cidadã, nunca foi reconhecida e, portanto, nunca teve valor jurídico. A própria autora, Olympe de Gouges, foi guilhotinada em 1793.

Todavia muitos se conscientizaram de que o homem e a mulher têm os mesmos direitos e, por isso, devem ser tratados com o mesmo respeito e a mesma dignidade.

A Mulher exemplar

“Uma esposa exemplar; feliz quem a encontrar! É muito mais valiosa que os rubis. Seu marido tem plena confiança nela e nunca lhe falta coisa alguma. Ela só lhe faz o bem, e nunca o mal, todos os dias da sua vida. Escolhe a lã e o linho e com prazer trabalha com as mãos. Como os navios mercantes, ela traz de longe as suas provisões. Antes de clarear o dia ela se levanta, prepara comida para todos os de casa, e dá tarefas às suas servas. Ela avalia um campo e o compra; com o que ganha planta uma vinha. Entrega-se com vontade ao seu trabalho; seus braços são fortes e vigorosos.  Administra bem o seu comércio lucrativo, e a sua lâmpada fica acesa durante a noite. Nas mãos segura o fuso e com os dedos pega a roca. Acolhe os necessitados e estende as mãos aos pobres. Não teme por seus familiares quando chega a neve, pois todos eles vestem agasalhos. Faz cobertas para a sua cama; veste-se de linho fino e de púrpura. Seu marido é respeitado na porta da cidade, onde toma assento entre as autoridades da sua terra. Ela faz vestes de linho e as vende, e fornece cintos aos comerciantes. Reveste-se de força e dignidade; sorri diante do futuro. Fala com sabedoria e ensina com amor. Cuida dos negócios de sua casa e não dá lugar à preguiça. Seus filhos se levantam e a elogiam; seu marido também a elogia, dizendo: “Muitas mulheres são exemplares, mas você a todas supera”. A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme o Senhor será elogiada. Que ela receba a recompensa merecida, e as suas obras sejam elogiadas à porta da cidade.” (Palavras de Salomão – Prov.31:10-31)

Fontes de pesquisa:
EcoKids: guia de datas comemorativas (Marli Mitsunaga)
Origem das datas comemorativas (Mário Basacchi)
– Bíblia Sagrada.

Compilado por:

Sonia Valerio da Costa
04/03/2010