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Posts Tagged ‘Jesus Cristo’

Afinal, quem é o meu próximo para que eu o ame?

Reintegração

(Imagens Google)

Temos presenciado com bastante frequencia, reações constrangedoras de grupos radicais isolados que estão tentando reprimir de forma violenta, deixando emergir instintos primitivos e fomentando o desamor e a discriminação desenfreada contra pessoas que expressam comportamentos ou pensamentos diferentes dos demais membros da sociedade na qual estão inseridos.

Atualmente a sociedade tem se mostrado indignada com grupos homofóbicos fundamentalistas por não praticarem o mandamento bastante incisivo declarado por Jesus: “devemos amar nosso próximo como a nós mesmos”. Jesus apresentou de forma bastante compreensível a um dos Doutores da Lei como identificar quem é o nosso próximo. Se você ainda não conhece a Parábola do “Bom Samaritano”, seria importante que você a lesse antes de prosseguir com a leitura deste artigo (Biblia Sagrada, Lc. 10:25-37); isso facilitará a compreensão do meu raciocinio.

Jesus perguntou: “quem foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores”? Estava bastante claro que foi o que usou de misericordia para com ele. Atitudes inconsequentes como o pai que foi agredido e teve sua orelha mutilada simplesmente por estar abraçado com seu filho, estão proporcionando não só cicatrizes físicas, mas também sociais e emocionais.

Entendo que os movimentos de conscientização para o combate à discriminação social, comportamental, religiosa e étnica, levam em seu âmago, um clamor muito mais profundo, que é a necessidade de amor e aceitação social. Os grupos minoritarios que estão clamando por um espaço na sociedade, na verdade estão precisando de amor e de misericordia, o que não implica que a maioria concorde ou não com suas atitudes, e ou comportamentos “diferentes”.

Quando os cristãos se expressam contrários à aprovação das leis que combatem a homofobia, estão sendo mal interpretados devido a forma como estão expondo suas opiniões. Como cristã, me sinto à vontade para expressar nosso verdadeiro pensamento a respeito das atitudes homofóbicas. Não somos contra as pessoas que tem comportamentos GLBT, porém não podem nos obrigar a pensar e agir como eles; todos os seres humanos possuem o livre-arbítrio de pensar e agir conforme seus próprios princípios, desde que suas atitudes não interfiram e nem comprometam o espaço de seu semelhante; indistintamente, todos nós carecemos do amor e da misericórdia de Deus, porém esse “direito” que Ele nos deu, não nos isenta de sermos reprovados por nossos comportamentos contrários às leis divinas.

Deus nos criou com sexos definidos, macho e femea, homem e mulher, e cada sexo possue comportamentos emocionais proprios e reações diferentes um do outro. Temos instruções suficientes (não somente bíblicas), para usufruir com sabedoria dos prazeres físicos, e entendermos que toda prática diferente da forma como Ele nos criou, acarretará em consequencias desastrosas que poderão ser até mesmo irreversiveis.

A questão que não pode calar é que tanto homossexuais quanto heterossexuais não podem se enfrentar mutuamente de forma animalesca, tentando fazer prevalecer suas respectivas formas de pensar e de agir. É fato que “cada qual com seu igual”, mas a liberdade proclamada pelos GLBTs não pode comprometer a liberdade dos heterossexuais e vice-e-versa; afinal, agora são os heterossexuais que estão sendo discriminados. O respeito deve ser de mão dupla e não apenas de um grupo em relação ao outro.

Na Parábola apresentada por Jesus, vemos que a violencia desenfreada e injustificavel dos salteadores, quase tirou a vida de um inocente. Caído na beira da estrada e semi-morto, aquele homem foi julgado, discriminado e desprezado por dois dos homens que passaram por alí. Um deles era um doutor da lei, ou seja, alguém que possuia muito conhecimento filosófico e religioso, mas ainda não conhecia a linguagem do amor e da misericordia; claro, sua posição privilegiada na sociedade, eclipsou o amor fraternal que ele poderia expressar naquela oportunidade.

O outro foi um levita, que apesar de também ser religioso, cultivava escrúpulos pessoais, pois tinha medo de se “contaminar” com o sangue daquele homem que poderia estar morto; na dúvida, também preferiu ignorar a oportunidade de expressar seu amor fraternal para com aquele desafortunado.

Logo depois, um novo caminhante passou por alí. Era um homem de Samaria e por não estar aprisionado aos dogmas religiosos praticados nas sinagogas de Jerusalem, nada havia que o impedisse de socorrer aquele desconhecido caído na beira da estrada. Ele não perdeu a oportunidade de expressar seu amor ao próximo. Sua atitude foi completa; deu atendimento de primeiros socorros e depois o levou a uma estalagem onde ele poderia receber acompanhamento para sua total recuperação. Deixou um valor como caução, com o objetivo de cobrir as despesas do tratamento, mas também prometeu voltar e cobrir as despesas que ultrapassassem o valor depositado.

O samaritano fez tudo o que estava ao seu alcance oferecendo total assistência para que o tratamento alcançasse o resultado esperado. Assim, concluímos que “próximo é aquele que usa de misericordia para com o outro, e que “põe a mão na massa”, sem escrúpulos de “sujar” suas mãos, mas seu principal objetivo é socorrer e, por amor, reintegrar à sociedade os necessitados e excluídos por ela. O próximo ama, abraça, oferece calor humano com suas atitudes, mas também providencia uma nova forma de vida para o necessitado. Ele entra junto no barco para acompanhar mais de perto os infortúnios de seus semelhantes e cria formas de dar a solução mais adequada ao problema, porém isso não implica que tenha que concordar com a vida que o ajudado esteja levando!

Esta Parábola nos permite entender que Jesus Cristo teve para com a humanidade, a mesma atitude que aquele samaritano. Nós estávamos no pecado da desobediência, o que nos mantinha distantes de Deus; nessa posição espiritual, nosso adversário (satanás), constantemente nos acusava e nos oprimia. Mas Jesus se ofereceu a si mesmo para nos resgatar dessa posição de pecadores para nos levar às “regiões celestiais” (posição simbólica alcançada pela salvação em Jesus Cristo). Nessa posição de salvos pela fé e pela graça de Jesus Cristo, estamos sempre recebendo acompanhamento divino para nossos dilemas emocionais, sociais, comportamentais e espirituais para que possamos nutrir uma sadia comunhão com Deus.

Jesus se apresenta como o “Bom Samaritano”, pois nos amou e usou de misericórdia para conosco. Ele nos deixou o verdadeiro exemplo do que é amar o próximo; amar o próximo não é simplesmente concordar com as atitudes do nosso semelhante, para agradá-lo de forma inconsequente. Amar o próximo é dar-lhe a oportunidade de conhecer uma nova vida de paz, saúde e tranquilidade nesta vida e também indicar o caminho da vida eterna que, com certeza, todo ser humano almeja. Cuidado… nem sempre “a voz do povo é a voz de Deus”.

Se você ainda não experimentou os cuidados especiais que esse “Bom Samaritano” pode oferecer, abra seu coração para Ele e permita que Ele cuide de sua vida, em todos os sentidos; com certeza através dEle você entenderá o que é verdadeiramente “amar o próximo como a si mesmo”. Creia que se sua posição é como a de um desses excluídos da sociedade, Ele providenciará sua reintegração social.

Permita que Jesus manifeste em sua vida, todo o Seu Amor e Sua Misericórdia. A partir de então sua vida não será mais a mesma! Experimente!

Por Sonia Valerio da Costa

 

 

bênção1

Cristãos Bipolares

(Google Imagens)

Depois de passar por tantos altos e baixos em minha vida espiritual, decidi fazer uma auto-avaliação do meu comportamento, de forma que eu pudesse detectar alguma falha, algum distúrbio, ou mesmo doença psicoteológica.

Então me dei conta de que estava apresentando todas as características de um “cristão bipolar”. Claro, procurei o melhor profissional da área, o Dr. Jesus, que é o Médico por excelência.

Ele me disse que passaria alguns medicamentos e que desde a primeira dose eu já iria sentir diversos efeitos colaterais, mas nada que prejudicasse meu comportamento social; pelo contrário, logo eu perceberia que estaria atraindo mais pessoas para o meu convívio e que, muitos daqueles que me olhavam desconfiados pensando que a qualquer momento eu pudesse surtar, iriam sentir maior segurança em formar vínculos de amizade comigo. Aceitei o desafio e comecei a fazer o tratamento. Hoje praticamente curada, começo a lembrar tudo o que passei. Foram as piores dores da minha vida, pois não eram dores físicas que pudessem ser curadas com qualquer analgésico; eram dores na alma, mas tanto que valeu a pena, que quero compartilhar como foi o tratamento:

Os remédios….

Ao levantar, uma dose de agradecimento por mais um dia de vida! Ao chegar ao trabalho, uma dose de Paz e de hora em hora, uma cápsula de paciência e humanidade. Ao retornar para casa, uma grande dose de amor e antes de dormir duas doses de consciência tranquila.

Os sintomas colaterais….

Dores emocionais, tipo “pressão psicológica”, “tortura chinesa”, “perseguição invisível”, traições, isolamento socio-afetivo, incompreensões, acusações, calúnias, falsos julgamentos, descrédito, etc.

O tratamento….

Em todas as intercorrências, era só chamar o Dr. Jesus, que Ele estava ao meu lado para me orientar, me consolar, para ouvir meus desabafos e aliviar minhas dores, injetando doses de bálsamo de Gileade.

A manutenção….

O Dr. Jesus me alertou, que cura total só terei quando estiver com um corpo glorioso como Ele mesmo possui desde que ressuscitou e retornou aos céus. Assim sendo, entendi que a melhor forma de fazer manutenção constante e segura pós tratamento, é ler diariamente a Bíblia Sagrada e conversar diariamente com meu terapeuta (o mesmo Dr. Jesus)…. e, pasmem, Ele se disponibiliza 24 horas por dia, 7 dias por semana, para todos os que procurarem por Ele. a mente dEle é tão especial, que nunca sobrecarrega e nem entra em parafuso; por maior que sejam os problemas que nos envolvemos nesta vida… creia!! Ele tem a solução!

O pagamento….

Ele nem quis entrar nesse particular, pois apenas me fez lembrar que tudo já foi pago na cruz do Calvário, quando Ele derramou seu sangue para perdoar nossos pecados, Ele também levou sobre si, todas as nossas dores e enfermidades, tanto do corpo, como da alma e também do nosso espírito.

Minha experiência….

Para qualquer tipo de enfermidade, com toda certeza eu RECOMENDO!!!!Pode procurar o Dr. Jesus Cristo!!! Ele é a solução!!!

Resultado dos Meus Exames

 

OBS: Este texto não é um “tratado” sobre a doença “Bipolar” (Transtorno Afetivo do Humor).

Apenas fiz uma comparação do comportamento de quem enfrenta essa doença física, com os cristãos que têm esse tipo de comportamento dentro da Igreja,  e, no sentido espiritual.

Como recebi alguns comentários demonstrando uma certa frustração a respeito, deixo como sugestão o Link:

Minha Vida

que tem informações muito importantes a respeito dessa doença, e você poderá sanar todas as dúvidas a respeito e orientar pessoas que verdadeiramente necessitam de acompanhamento médico.

 
Sonia Valerio da Costa
06/06/2010

Considerações aos “desigrejados”

(Odêmio Antonio Ferrari)
Google Imagens: Pequenas Igrejas Grandes Negócios 

Apesar de ser um assunto bastante polêmico, deve ser encarado de frente, discutido e analisado para que possamos obter um melhor esclarecimento quanto ao pensamento desses tais “desigrejados” e dar-lhes orientações básicas, que talvez não tenham recebido em suas igrejas de origem.

Bem, em princípio, os desigrejados estão de certa forma corretos, pois no céu, não haverá espaços apropriados para esta ou aquela Igreja Cristã. Quanto à atitude de Jesus ter institucionalizado uma Igreja sem mácula, nem ruga….. sem vínculos ou ligações a prédios, e administrações eclesiásticas, entendo que:

– A Igreja Instituída na época dos apóstolos estava tão distante da verdade que, não teria condições de apenas otimizá-la, ou mesmo reformá-la; a abominação já havia chegado no altar, e seus integrantes, por sua vez, não tinham mais moral para ensinar o povo (na época, a maioria era analfabeto).

– Jesus também quis mostrar na prática, que o verdadeiro templo de adoração a Deus, não estava restrito a quatro paredes, mas que nós mesmos, como sendo a menor célula do corpo de Cristo, seríamos o templo de adoração a Deus.

– Esclarecendo melhor o ítem anterior, Deus nos considera TEMPLOS de adoração a ELE (Deus Criador) e que nós mesmos, não somos nem pequenos, nem grandes deuses.

– Jesus também demonstrou na prática que o que ligarmos ou desligarmos aqui na terra será confirmado nos céus, mas desde que nossas atitudes sejam aprovadas pelo Deus Todo Poderoso. Hoje temos presenciado lideres religiosos, “ligando”, “desligando” e “determinando” ordens, sem nenhuma aprovação ou autorização da parte de Deus. Assim como acontecia nos tempos de Jesus, hoje temos presenciado homens se dando autoridade a si mesmos e com isso contribuindo para grandes templos onde existem apenas práticas religiosas, mas não há lugar mais para a verdadeira adoração a Deus.

– Nestes 2000 anos presenciamos através da História, tanto secular, quanto  eclesiástica, que muitas heresias começaram a fazer parte do pensamento cristão, e também muitas doutrinas de homens, e até mesmo de demônios foram introduzidas nas crenças religiosas, e que hoje afirmam como sendo verdade!

– A Igreja institucionalizada na época de Jesus, tinha atitudes tão contraditórias, que até Pilatos não sabia o que era a “verdade” (João 18:38). Quando Pilatos disse aos judeus que não via crime algum em Jesus, estava naquele momento, agindo como disse Jesus: “Se estes se calarem, as próprias pedras clamarão” (Lucas 19:40)

– Muitos desigrejados assumiram publicamente essa posição, porque devem ter presenciado nas igrejas em que estavam membrados, a apostasia e abominação no meio da liderança de tal denominação.

Com estas considerações, meu conselho a tais seguidores dessa prática de “desigrejados”, é que nunca encontrarão aqui na terra uma igreja perfeita; mas é importante encontrar um lugar, onde possam sentir a presença de Deus, onde possam comungar com seus irmãos fraternais, onde possam manter a Unidade do corpo de Cristo e por fim, contribuirem para fazer a diferença de autênticos cristãos aqui na terra.

Palavras de Jesus: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!” (Mateus 18:7)

Comentário elaborado por Sonia Valerio da Costa, em 15/04/2010, no artigo “Os Desigrejados”, do Blog: http://tempora-mores.blogspot.com/

Páscoa: o que é, e por que comemorar?

 

(scrap de “Anime Orkut”)

Páscoa é o nome da primeira das três grandes festas anuais celebradas pelos judeus. Foi instituída para comemorar o acontecimento culminante da redenção ou libertação do povo de Israel, que até então estava escravizado pelo Egito. (Êxodo 12:24-27)

Hoje a Páscoa é uma das festas mais importantes dos povos cristãos, porque celebra a ressurreição de Jesus Cristo, três dias após sua morte na cruz. Ele veio trazer vida e quer que todos nós a tenhamos em abundância, não apenas enquanto vivermos nesta vida, mas também na eternidade. Por isso a Páscoa é a festa da vida e da alegria. (I Coríntios 5:7 e João 10:10b)

Presentear as pessoas com ovos de Páscoa é uma tradição anterior ao Cristianismo e ligada ao culto da fertilidade. Na China e nos países da Europa Central, comemoravam a entrada da Primavera e a exuberância da vida; para tanto trocavam presentes entre si e efereciam ovos pintados, de madeira ou de cera. Hoje, o costume é pintar ovos cozidos de galinha. Com o passar do tempo apareceram os ovos e coelhos de chocolate, que fazem a alegria, tanto das crianças, quanto dos adultos.

Sonia Valerio da Costa
03/04/2010

 

(scrap de “Recados da Web”)

O Perigo de ser uma das 99!

(Google Imagens)

Já era tradição; todos os dias,  quando voltavam das pastagens, o pastor  abria a porta do curral e conferia a entrada do seu rebanho de ovelhas. Se a contagem estivesse correta, então o Pastor iria cuidar de uma por uma; verificava se havia algum carrapicho, ferimento ou machucado. Fazia os curativos necessários e já preparava as ovelhas para o descanso da noite. No dia seguinte, acordavam com o raiar do sol e novamente saiam para as pastagens.

Às vezes acontecia do pastor colocar as ovelhas dentro do curral e, com um semblante de preocupação ficava olhando em direção à linha do horizonte; então fechava a porta do curral e voltava pelo mesmo caminho de onde haviam chegado. Algumas vezes retornava logo em seguida; outras vezes, seu retorno era demorado. Um coisa era certa, sempre voltava trazendo uma ovelha machucada em seus ombros.

As ovelhas mais adultas e que já haviam presenciado essa cena tantas vezes, começaram a se preocupar com a segurança e integridade do pastor. Mas o que elas poderiam fazer, se eram totalmente indefesas?! Além disso, o pastor sempre tinha o cuidado de trancar a porta do curral, para que elas pudessem ficar em segurança.

Numa dessas vezes que o pastor precisou retornar pelo caminho, o tempo foi passando e a noite chegou, trazendo consigo todos seus mistérios assustadores; barulhos desencontrados dos pássaros noturnos, dos animais se revolvendo sobre folhas secas, e ao longe se ouvia lobos uivando.

A noite parecia interminável, até que o dia já começava a clarear, quando perceberam que o pastor vinha retornando com mais uma ovelha sobre os ombros. Essa havia sido a primeira vez que passaram a noite sozinhas. Somente algumas conseguiram dormir um pouco; as demais começaram a conjecturar a respeito do que poderia ter acontecido com o pastor, pois nunca havia demorado tanto.

Divagando nos seus pensamentos, chegaram a pensar que o pastor não voltasse mais. Quem sabe se não teria sido atacado por algum lobo, ou mesmo ter escorregado em algum despenhadeiro e sumido para sempre.

(Google Imagens)

(Eu estava alí acompanhando em silêncio aquela cena, apenas analisando qual seria a reação daquelas ovelhas. Pude ver alí três grupos distintos. Cada ovelha procurou se aproximar do grupo que mais se aproximava de sua própria opinião.)

Um primeiro grupo formado das ovelhas mais avançadas em idade,  comentavam que nunca haviam dado trabalho para o pastor. Afirmavam que sempre tiveram bom comportamento e sempre obedeciam as ordens recebidas; por isso esbanjavam saúde e  nunca precisaram de um curativo sequer. Falavam solenemente, como se fossem donas da verdade e que, hoje em dia, as ovelhas mais jovens estavam muito abusadas e insubmissas às ordens dadas pelo pastor.

Um segundo grupo, formado por ovelhas mais jovens, apesar de terem sentido um forte medo durante a ausência do pastor, comentavam entre si, a respeito das aventuras que já haviam vivenciado. Várias delas, em outras ocasiões, também se distanciaram do grupo e acabaram se perdendo. Falavam dos medos, das dores, dos machucados que sofreram, e da emoção que sentiram quando viram o pastor se aproximando, com um semblante de amor misturado com alegria, chegando de mansinho para buscá-las.

Quanto ao terceiro grupo nem foi necessário chegar perto, pois cada uma queria falar mais alto que a outra, para que sua opinião pudesse prevalecer e ser aceita como verdade pelo grupo. Umas criticavam as ovelhas que tinham sido compradas de outro rebanho; com elas foram introzidos costumes diferentes, o que estava transtornando a cabeça das ovelhas mais jovens. Outras acusavam o próprio pastor de não tomar atitudes mais severas para com as ovelhas desobedientes.

Nesse momento, uma ovelha, aproveitando um pequeno espaço de silêncio, foi mais longe nas suas considerações, passando a criar sentimentos de indignação e revolta para com a ovelha que era trazida nos ombros do pastor; ela dizia assim: “eles já estão chegando… e podem se preparar, pois ao invés de colocá-la de castigo para aprender a lição, com certeza ele vai é promover uma festa para ela”.

Mal acabou de falar, o pastor entrou com a ovelha nos ombros; deitou-a sobre a relva e acabou de curar suas feridas. Daquela vez o pastor tivera que superar seus próprios limites, para conseguir resgatar aquela ovelha que estava semi-morta diante dele. Levantou os olhos, passou seu olhar pelas ovelhas e sentiu-as inquietas. Conhecedor do comportamento de cada uma delas, logo entendeu o que se passava em suas pequenas cabecinhas.

Daquela vez, entendeu que deveria agir de forma diferente. Chamou a mãe daquela ovelhinha e perguntou-lhe se ela havia dado falta de sua filhotinha; ela abaixou a cabeça envergonhada, pois nem havia dado falta de sua ovelhinha; até então pensava que ela estivesse com as outras amiguinhas, com as quais costumava brincar.

Então, diante daquela cena, ajoelhou-se diante do pastor e pediu-lhe perdão, dizendo que durante sua ausência, ela era a que mais havia instigado as demais ovelhas do rebanho, contra as atitudes que o pastor havia tomado até então;  que o pastor, ao invés de promover festa quando uma ovelha fosse resgatada, o certo seria dar um bom castigo. Somente assim elas aprenderiam a lição e não iriam mais desobedecer as ordens do pastor.

Aquela cena emocionou todo o rebanho, e fez com que uma a uma fosse  chegando perto do pastor para que fossem perdoadas coletivamente. Todas se sentiram culpadas por terem participado de julgamentos precipitados quanto às atitudes, tanto do pastor, quanto das ovelhas desobedientes. Quando a paz e a serenidade voltou a reinar naquele lugar, as próprias ovelhas tomaram a iniciativa de promover uma grande festa. Agora, não seria comemorado apenas o resgate de uma ovelha perdida, mas também a união que havia sido proporcionada naquele rebanho.

Daquele dia em diante todas cuidavam de todas e todas vigiavam todas; como se cada uma assumisse juntamente com o pastor, a responsabilidade de cuidar do rebanho. Foi o melhor tempo vivido por aquele rebanho pois conseguiram evitar que outras ovelhas se perdessem. E os lobos… ah!… os lobos tiveram que procurar outros rebanhos displicentes, pois se ficassem por alí, perceberam que passariam fome.

“Quando Jesus contou aos discípulos a Parábola da Ovelha Perdida, estava se referindo à vida espiritual e de nossa comunhão com Deus. Jesus se apresentou como o verdadeiro Pastor, pois Ele cuida de cada um de seus filhos, indistintamente e de forma particular, conforme a necessidade de cada um. Jesus nunca teve atitudes tendenciosas, vinculadas ao nosso comportamento. Ele veio para exercer misericórdia para conosco, e através desse tão grande amor, Ele quer que nós também nos amemos uns aos outros como Ele nos amou. Aceite a Jesus como seu Pai e também como seu Pastor; assim, como filho e também como ovelha dEle, você será participante desse amor imensurável.”

 

 

 

 

(Google Imagens)
Sonia Valerio da Costa
24/02/2010

A Bênção de ser a 100ª Ovelha!

(Google Imagens)

Estudando mais profundamente a parábola  “A ovelha perdida”, tive uma nova compreensão deste texto bíblico; encontrei dois grupos de ovelhas vivendo em situações diferentes e em dois tempos distintos. Por ser uma parábola, entendemos que a ovelha representa nossa dependência para com Deus que nos criou.

Assim, simbolicamente me tornei uma ovelha, para que pudesse imergir de corpo e alma em cada situação vivenciada por elas. Essa experiência de reflexão até um tanto filosófica, me fez compreender os sentimentos que povoaram as mentes das ovelhas daquele rebanho.

Neste Post falarei apenas da 100ª ovelha. Num próximo Post  falarei a respeito das 99 ovelhas que ficaram no aprisco.

O que eu aprendi com a 100ª ovelha:

Todos nós já nos sentimos perdidos em alguma situação de nossas vidas; na maioria das vezes não tivemos apoio de ninguém e tivemos que encontrar o caminho de volta por nossa própria conta e risco. As consequências foram dores, tristezas, angústias, desprezos, desespero, feridas na alma e decepções, que deixaram cicatrizes profundas em nossas vidas. Muitos não suportam essa sobrecarga de stresse e se tornam tão amargurados, que acabam até mesmo perdendo a vontade de viver.

Para facilitar meu raciocínio, quero citar algumas situações do cotidiano que podem facilmente nos levar à condição de “perdidos”:

– quando perdemos a identidade (vítimas da fúria da natureza que acabaram perdendo tudo, família, casa, emprego, documentos pessoais e ficaram apenas com a roupa do corpo).

– quando perdemos a referência (faz parte da personalidade humana, nos sentirmos ligados a alguém ou a alguma instituição; aqui podemos citar os que ficaram desempregados, ou foram mandados embora de suas próprias casas, ou foram “excluídos” da condição de membro de algum Clube, Associação ou Instituição semelhante).

– quando perdemos a direção (estão incluídos aqui, todos os que se encontram em situação adversa e perderam o norte; já não sabem mais como se levantar novamente, seja no sentido profissional, espiritual, emocional ou familiar)

– quando perdemos o controle da situação (podemos exemplificar aqui, como um pai de família que, por ter perdido o emprego, acabou perdendo até a dignidade diante da família e dos amigos)

– quando somos esquecidos (são os que se encontram, simbolicamente falando, no fundo do poço; percebem que estão de tal forma “excluídos” da sociedade, que ninguém mais se lembra deles) 

– quando perdemos a esperança (nesta condição podemos citar a conhecida frase popular que diz que “a esperança é a última que morre”; normalmente, todos os que chegam a uma situação destas, olham para cima e, como último recurso dizem: “Deus, se tu existes mesmo….”)

Provavelmente todos nós já passamos por alguma dessas situações mencionadas, diferenciando-se apenas quanto ao grau de intensidade e/ou profundidade. De uma forma ou de outra, acabamos superando as barreiras e nos levantando moral, profissional e emocionalmente. A partir de então proclamamos que já temos muita experiência de vida e fazemos questão de apresentar nossas cicatrizes internas, como se fossem troféus e medalhas de honra ao mérito.

Mas a 100ª ovelha não agiu assim. Quando se sentiu totalmente perdida, machucada, ferida e sem rumo, preferiu parar e confiar que seu Pastor iria encontrá-la, e providenciaria seu retorno ao rebanho, da melhor forma possível. Na Parábola foi o que aconteceu; o Pastor deixou as 99 em segurança no aprisco e saiu em busca da que estava faltando.

Quando a encontrou, tomou-a nos braços e a envolveu com suas próprias vestes para que a ovelha pudesse se sentir resgatada, salva e livre de todos os infortúnios pelos quais havia passado, durante essa tragetória de distanciamento do rebanho, até perder-se totalmente.

Quando o Pastor percebeu que a ovelha já estava se sentindo amparada emocionalmente, então foi verificar suas feridas e machucados físicos; fez todos os procedimentos necessários para estancar o sangue onde havia sangramento, limpou e higienizou as feridas, derramou os remédios adequados e fez os curativos para evitar infecção ou contaminação externa.

Após esse procedimento, colocou a ovelha em seus ombros e trouxe-a de volta para junto do rebanho, totalmente salva e curada tanto de suas feridas externas quanto internas. Fico imaginando que quando eles adentraram o aprisco, aquela ovelha não trazia mais em seu coração, mágoas e ressentimentos por suas companheiras, que poderiam tê-la chamado quando viram que ela se distanciava do grupo.

O Pastor conclamou uma grande festa em comemoração ao retorno daquela ovelha, porque ela já possuia humildade suficiente para ser homenageada sem orgulho ou soberba. A 100ª ovelha tinha consciência que seu retorno à vida e ao aprisco, era mérito tão somente do Pastor que a havia resgatado do abismo que caíra.

Hoje em dia a humanidade tem aderido ao hedonismo que é uma filosofia um tanto egoista, pois leva o homem a pensar que o que importa é apenas o eu, o aqui e o agora. Esse pensamento mata duas necessidades intrínsecas do ser humano que é viver em sociedade e ter esperança de um futuro melhor. Se matarmos nossos sonhos e perdermos a esperança, seremos mortos-vivos e passaremos simplesmente a vegetar.

Para concluir este meu raciocício, quando estivermos “perdidos”, façamos como a 100ª ovelha que, sentindo-se incapacitada para retornar à sua posição de conforto e segurança, preferiu aguardar a chegada do seu Pastor. Sabemos que assim como a ovelha esperava e dependia do seu Pastor, nós, seres humanos dependemos de Deus que enviou Jesus Cristo Seu Filho, para fazer as vezes de nosso Pastor.

Quando nos colocamos em total dependência desse Pastor (Jesus) que nos foi enviado, somos resgatados, curados e não ficará nenhuma raiz de amargura, mágoa ou ressentimento em nosso coração. Se você ainda não tem Jesus como seu Pastor, chame por Ele e aguarde…. Ele já está indo ao seu encontro para salvar sua vida.

 (Google Imagens)

 

Sonia Valerio da Costa
22/02/2010

Terremoto no Haiti: comentários

(Google Imagens)

Apenas meus comentários sobre a tragédia:

Em 15/01/2010
postado no link: http://iprodigo.com/traducoes/deus-odeia-o-haiti.html/comment-page-1#comment-360

Assim como o sol nasce tanto para os justos, quanto para os injustos, da mesma forma as acomodações geológicas continuarão provocando terremotos, maremotos e tsunamis causando desastres de diversas proporções envolvendo todos os que estiverem presentes no local.
Penso que a questão, está no egoismo do ser humano que se encontra em posição privilegiada e até recebe apoio financeiro para atingir níveis de conhecimento suficiente para se prevenirem, principalmente de terremotos e não compartilham essa tecnologia com os menos favorecidos.
A ajuda humanitária deve chegar antes que a tragédia aconteça, para que não precise ser acionada às pressas depois do acontecido.
Falta no mundo de hoje mais amor fraternal e solidário, pois o ser humano está tão cheio de egoismo, que não tendo em quem jogar a culpa de suas dissimulações, está jogando a culpa em Deus, até mesmo por medo de represálias.
Deus nos deu inteligência para sobrevivermos diante das adversidades da natureza… então porque os países menos favorecidos não estão conseguindo acesso às informações que poderiam salvá-los??
Deixo essa pergunta para reflexão…
Meu desejo é que os corações se abram para receber o amor de Deus, pois é um amor puro, não egoista e nem tendencioso. Seu amor é imensurável, incalculável, incompreensível e inexplicavel, a ponto de enviar seu próprio Filho para nos trazer a mensagem do evangelho de salvação.
Que a Paz de Jesus Cristo, o Amor de nosso Deus Pai, e as consolações do Espírito Santo, possa encontrar lugar para reinar nos nossos corações.
Amém.
Sonia.

Em 16/01/2010
postado no link: http://iprodigo.com/traducoes/deus-odeia-o-haiti.html/comment-page-1#comment-360

No meu ver, agora não seria o momento apropriado para procurar culpados ou inocentes; agora é um momento de solidariedade para com os desafortunados haitianos, lançando sobre eles o bálsamo do conforto e sendo misericordiosos como foi Jesus Cristo.
Para nós que estamos de longe e que podemos ajudar apenas com nossas orações e doações, é um momento apropriado para olharmos para dentro de nós e nos conscientizarmos que não somos nada.
Estamos num momento apropriado para repensarmos nossas atitudes para com os nossos semelhantes.
Quantas vezes temos dificuldades em nos humilhar, em pedirmos perdão a quem nos ofendeu…
quantas vezes postergamos em dar uma palavra de elogio a quem está fazendo sucesso…
quantas vezes negamos o pão aos famintos…
quantas vezes casais que “ainda” estão conseguindo dormir na mesma cama, deitam-se e dormem sem trocar uma palavra, simplesmente porque brigaram por nada e um não quer se rebaixar para o outro…
Nestas poucas frases que representam muito bem o que é a índole do ser humano, é o momento de repensarmos e buscarmos ter a mente de Jesus Cristo que foi misericordioso, que foi esbofeteado, cuspido, ultrajado, desprezado, cruxificado, açoitado… passou sede, fome, canseira, angustia, discriminação, indiferença… e no entanto não abriu a sua boca para exconjurar… Simplesmente fez uma pequena oração: “Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem”!!!
Quantas vezes emitimos opiniões precipitadas apenas com a visão superficial que estamos tendo de determinada situação e já queremos emitir julgamentos… isto porque é muito trabalhoso nos aprofundar na questão para encontrar a verdade, e depois dizemos que a justiça é cega…
Nós seres humanos somos assim, eu também sou e preciso mudar….
Ouçamos, todos nós, as palavras de Jesus, quando disse aos seus discípulos: “Aquele que não tiver pecado, seja o primeiro a atirar pedras” ….

De 16 a 19/01/2010
postado no link: http://www.dihitt.com.br/noticia/deus-odeia-o-haiti/comentarios

“Deus é amor.. e o que penso é que Ele tem dado conhecimento ao homem para saber cientificamente como se prevenir dessas tragédias. O problema é que quem detém esse conhecimento, por alguma razão (não vamos aqui entrar nessa polêmica), não está se preocupando em disseminar informações necessárias para se evitar tamanha tragédia como essa, nas áreas terrestres, onde sabemos que são sempre vulneráveis a acomodações das placas tectônicas.”

“Parabéns pela sua prudência em ler o texto todo, antes de fazer qualquer comentário a favor ou contra (que foi apenas indicado por mim e NÃO é de minha autoria). No meu ver, agora não seria o momento apropriado para procurar culpados ou inocentes; agora é um momento de solidariedade para com os desafortunados haitianos, lançando sobre eles o bálsamo do conforto e sendo misericordiosos como foi Jesus Cristo.”

“Concordo que o texto está um tanto complexo, pois foi traduzido do inglês. Mas aconteceu justamente como vc comentou; os comentários foram jogando luz sobre o texto e esclarecendo pontos que estavam um tanto obscuros. Simplesmente foi uma forma diferente de oferecer solidariedade aos sobreviventes do Haiti; o texto só ficou obscuro e comprometido para os leitores que fizeram uma leitura dinâmica e já emitiram opiniões precipitadas a respeito do que o autor estava querendo transmitir.”

“No meu ver, agora não seria o momento apropriado para procurar culpados ou inocentes; agora é um momento de solidariedade para com os desafortunados haitianos, lançando sobre eles o bálsamo do conforto e sendo misericordiosos como foi Jesus Cristo.”

“Percebi que para vc, ainda não está muito clara a questão da existência de um Deus, que com todo o respeito que tenho para com Ele, se analisarmos suas atitudes precipitadamente, poderíamos pensar até mesmo, que Ele possui atitudes de um “bipolar”. Deus é Soberano e único, mas que da mesma forma que nós somos formados de corpo, alma e espírito, Deus também é trino: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
Eles são intrínsecos formando apenas Um Deus. As atitudes divinas que vemos registradas na Bíblia e que tem gerado tanta polêmica entre os seres humanos, principalmente quando acontecem essas tragédias sem precedentes, como no Haiti, deve ser compreendida da seguinte forma:
– Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. (Leia na Bíblia em João cap. 4 e versículo 24). Antes da vinda de Jesus, Deus (Espírito) se revelava através dos profetas, como Isaías, Jeremias, etc.; aquele tempo Deus agia apenas através de leis, que de um modo geral podemos resumir em “matou, morreu”; cada ser humano pagava seu êrro com sua própria vida.
– Jesus, que quando dizemos que é Filho de Deus, não estamos falando no sentido de ser menor do que Deus Espírito, mas porque Jesus foi a segunda manifestação de Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo (Palavra) estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (leia em João capítulo 1 e versículos 1 e 14). Jesus se encarnou para nos mostrar o lado misericordioso de Deus: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” (Leia em I Timóteo, capítulo 2 e versículo 5). Veja essas palavras que Jesus falou: “E, se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo: porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo.” (Leia em João capítulo 12 e versículo 47)
Concluindo, entendemos que Deus Pai é a manifestação da justiça do Deus Criador, e Deus Filho é a manifestação do amor e misericórdia do mesmo Deus Criador.
– Deus Espírito Santo pode ser entendido como o elo invisível de ligação e comunhão entre Deus e o homem. Seria como entrarmos na “frequência” do Deus Criador. Entenda como se as ondas de uma Emissora qualquer que vc queira acessar esteja passando por vc, onde quer que vc esteja; vc só irá ouví-la, se conectar-se através de um rádio, na frequência determinada pela tal Emissora. O Espírito de Deus sempre esteve conosco, seres humanos, só não tem contato com Ele quem não entra na sua “frequência” (leia: Gênesis capítulo 1 e versículo 2; Lucas capítulo 11 e versículo 13; I João capítulo 4 e versículos 2 e 3; Apocalipse capítulo 22 e versículo 17)
Para terminar, quero ainda dizer que, conversar é muito bom, trocar idéias, opiniões e conhecimento também, mas precisamos entender que somente Deus é o dono da verdade. Por isso, para escolhermos um caminho a seguir em direção a Deus, o melhor é nos aprofundarmos na palavra que Ele mesmo nos deixou; esta é a melhor forma de entrarmos na “frequencia” e na sintonia da Emissora celestial, através do Deus Espírito Santo, pois com certeza ouviremos sua voz a nos dizer: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, se não por mim.” (João capítulo 14 e versículo 6)”

“Também concordo com sua forma de pensar de que Deus nos deu recursos para a nossa sobrevivência, porém está restrito nas mãos de alguns poderosos que não querem compartilhar conhecimento.
Na Idade Média os livros eram acorrentados; hoje são as informações que são boicotadas. Lamentável!”

“Deus nos ama e não se vinga e nem age injustamente com a humanidade.
Mas o homem tem agredido a natureza e agora estamos colhendo frutos das irresponsabilidades cometidas.”

“Deus nos livra nas calamidades, adversidades e tragédias, e não das mesmas. Aí é que se manifesta o poder de Deus.”

“Deus nos deu recursos para a nossa sobrevivência, porém está restrito nas mãos de alguns poderosos que não querem compartilhar conhecimento. Na Idade Média os livros eram acorrentados; hoje são as informações que são boicotadas.”

“Deus não tem culpa nas nossas escolhas. É interessante como o homem facilmente joga a culpa em Deus, quando algo dá errado. Quando dá certo, ele quer a glória para si e ainda se acha auto-suficiente.”

“Importante este seu novo comentário, pois são essas oportunidades que temos de nos conscientizarmos a nós mesmos e nos abrirmos mais para o diálogo. Como fui eu que indiquei esta notícia, acabei sendo bastante alvejada de comentários, mas sinceramente senti prazer em responder um por um, pois essa interatividade não programada, me acrescentou muita informação, o que compensou todo o tempo que gastei, e estou gastando para ler e comentar cada pensamento e cada palavra expressada a respeito deste texto.”

“Agradeço seu comentário, mas se acalme… o ser humano é assim, pelo seu próprio egoismo, quer se justificar apontando o êrro dos outros.. O que será que esse mesmo americano que escreveu esse texto sobre o Haiti, escreveu a respeito de seu próprio povo, quando as torres gêmeas foram derrubadas por aviões suicidas…..? Deus existe sim, mas Ele é amor, é misericórdia. Ele condena o pecado, mas não condena o pecador. Todo pecado destroi o proprio corpo do homem e por fim pode corromper a alma também.
Mas veja que linda mensagem Ele nos deixou: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crer, não pereça, mas tenha a vida eterna.”

“Gostei da sua forma de expor seu pensamento repudiando algumas idéias que o texto sugere, onde vemos que o ser humano é bastante rápido em querer fazer julgamentos. O que será que esse mesmo americano escreveu a respeito de seu próprio povo, quando as torres gêmeas foram derrubadas por aviões suicidas…..? Eles estão fazendo julgamentos precipitados sobre as tragédias que acontecem em outras nações e não estão analizando a decadência deles próprios. É de causar indignação!!!”

“Independente de qualquer culpa, êrro, castigo, punição, incredulidade, agora não é um momento apropriado para cutucar feridas abertas que estão sangrando no coração dos sobreviventes. Recebi esse texto por e-mail e resolvi indicá-lo aqui no diHITT, justamente porque sabia que suscitaria bastante polêmica. Creio que o autor do texto já deve ter tomado conhecimento e está lhe servindo de experiência. É um texto escrito por um americano e traduzido para o português, por um brasileiro.”

“Creio que o diHITT também tem nos ensinado que a união faz a força.
Aqui estamos aprendendo (pelo menos eu estou) a reivindicar, a denunciar abusos e ofensas. Fico tranquila em perceber que tenho muitos amigos aqui, e também estamos podendo contar com o apoio da administração do site que, com certeza, para se evitar maiores constrangimentos acabou retirando tanto o comentário ofensivo, quanto minha resposta.
Como disse a “K”… vamos semear a PAZ!!!”

“K”, fique tranquila, pois já está tudo em paz!
Aconteceu um deslize ofensivo de um colega nosso, mas já está tudo sob controle. O legal do diHITT é que aqui existe uma grande diversidade de pessoas, de todos os níveis sociais, intelectuais, profissionais, religiosos e comportamentais e temos liberdade de expor nosso pensamento, de debater ou discordar pacificamente de uma idéia, como num fórum de discussão.
Estamos tendo um nível muito grande de aprendizado e, principalmente aprendendo a “ouvir” os outros, mesmo que tenham uma opinião diferente da nossa. Concordo com vc, vamos semear a Paz, mas quando aparece uma arma, mesmo que pequena, precisamos deletá-la, para que não venhamos a ser contaminados com atitudes antiéticas.”

“Este texto proporcionou uma abertura saudável de discussão de idéias e opiniões, que creio que alguns ficaram incomodados no princípio, mas agora penso que nos entendemos e aprendemos bastante com a troca de experiência e de opiniões.”

“Com suas palavras penso que este assunto já foi esgotado. Em resumo, precisamos honrar e adorar Aquele que nos criou como seres racionais e que também nos deu fôlego de vida; devemos também respeitar a natureza que também foi criada por Ele para nos oferecer subsidios para nossa sobrevivência.  Se o homem respeitasse esse equilíbrio ecológico teria evitado muitas tragédias provocadas pela natureza.”

“Creio que amadurecemos com o aprendizado de discordar sem ofender e também aprendemos tanto a ganhar, quanto a perder num forum de discussões. Ninguém é dono da verdade. Quem é que conseguiu durante a vida toda manter uma mesma opinião a respeito de determinada coisa??!!!!
Não me refiro a possibilidade de passar de um oposto a outro, mas me refiro principalmente às acomodações sociais que nos levam a adaptar conscientemente nossas opiniões, pois com um diálogo sadio, o nosso oponente acaba nos levando a visualizar pontos que sozinhos, não conseguimos enxergar ou entender. Eu também quero encontrá-la numa nova discussão bem acalorada como foi esta. Creio que todos os que participaram estão de parabens pela coragem de expor suas palavras, comentários, e opiniões.”

“Quero agradecer todos meus amigos dihitianos, pois me proporcionaram compor um Post, somente de respostas aos seus comentários.”


Em 16/01/2010
postado no link: http://elianderson.wordpress.com/2008/09/22/aqui-nao-tem-terremoto/#comments

“Aqui no Brasil, as catástrofes tem outra “cara”… mesmo assim não podemos sequer comparar o paraíso em que vivemos, com uma situação tão desoladora como nos mostram as fotos… Oremos por esses sobreviventes, mutilados em todos os sentidos.” 

Em 06/02/2010
postado no link: http://noticias.terra.com.br/mundo/fotos/0,,OI114675-EI294,00-Veja+fotos+do+terremoto+de+graus+no+Haiti.html

“E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo: porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo.” (Jo.12:47)

Com este texto bíblico, quero alertar a todos que estão fazendo julgamentos desnecessários que, se nem Jesus Cristo, sendo Filho de Deus, disse que não veio para julgar o mundo, quem somos nós para fazê-lo??? Quem somos nós para dizer o que Deus está pensando ou deixando de pensar???

“Não julgueis para que não sejais julgados” (Palavras de Jesus em Mt. 7:1)

Usemos de misericórdia não somente em atitudes mas também em palavras. Agora é o momento de sermos canal de Deus para levarmos bálsamo, amor e solidariedade àquele povo sofrido; é momento de “lavarmos seus pés”, pois assim eles compreenderão o que é ser verdadeiramente um cristão que se diz ser “filho de Deus”. 

Sonia Valerio da Costa
16/01/2010 (Atualizado em 06/02/2010)