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Posts Tagged ‘experiência de vida’

Trilhando Pelo Caminho das Pedras

(Google Imagens)

Todos nós encontramos muitas “pedras” ao longo de nossa caminhada por esta vida. Na maioria das vezes elas nos machucam e interferem diretamente no nosso estado emocional e comportamental. Se as considerássemos como oportunidades, e não como dificuldades, poderíamos alcançar resultados mais satisfatórios e benéficos para nós mesmos. Não podemos ignorá-las, porém, a solução será encontrada na forma como lidarmos com elas.

Muitas vezes passamos a vida toda pedindo a Deus para remover nossas dificuldades e não percebemos que nos bastaria apenas uma iniciativa ou uma simples atitude, e o problema já estaria resolvido. Como humanos que somos, ou por displicencia ou por falta de sabedoria, jogamos fora as pedras preciosas, colecionamos as que não servem para nada, e ainda ficamos reclamando de nossa “sorte”.

Podemos ignorá-las e seguir em frente ou então mudarmos a direção de nossa caminhada; às vezes tropeçamos em alguma delas e perdemos tempo analisando o tamanho, a qualidade ou mesmo o valor dessa “pedra” e esquecemos de correr atrás de nossos sonhos. Deixamos a vida passar sem realizarmos nada de produtivo pois nos falta coragem de removê-las ou abraçá-las e enfrentar as consequencias que poderão advir de uma ou de outra atitude.

Alguns exemplos bíblicos poderão nos ajudar a compreender melhor essa reflexão. Para ressuscitar Lázaro Jesus ordenou aos presentes que tirassem a pedra que bloqueava a entrada do túmulo (Bíblia Sagrada, João 11:38-45). Marta foi a primeira a questionar o Mestre dizendo que já era de 4 dias e cheirava mal; suas palavras exprimiam a realidade dos fatos, pois com certeza, ninguém alí estaria disposto a sentir o cheiro fétido de um corpo em decomposição. Estavam mais preocupados com o problema em si do que com a solução que Jesus poderia dar; se por um lado estavam se mostrando acomodados à situação de passar o resto da vida sem Lázaro, por outro não criam no milagre que Jesus poderia realizar, trazendo a vida de volta àquele corpo morto e já enterrado.

Quando Jesus chega para solucionar uma de nossas dificuldades, na maioria das vezes, nós mesmos somos o maior empecilho para a realização do milagre. Chegamos ao ponto de vermos nossa bênção ressuscitada ou restaurada, mas não queremos abraçá-la, simplesmente por escrúpulos sociais, pois nos preocupamos com a opinião alheia, de termos enterrado um sonho e agora estarmos novamente buscando sua realização. Poderemos ser acusados de não saber o que queremos, pois uma hora “enterramos” nossos anseios e outra hora os “ressuscitamos”. Cabe aqui dizer que não podemos ser inconstantes como as ondas do mar; precisamos ser definidos em nossas decisões. Se almejamos alcançar um objetivo, não podemos desistir no meio do caminho, até mesmo diante da morte, pois para Deus, que é o dono da vida, a morte é apenas um detalhe.

Temos um outro exemplo quando três mulheres foram visitar o túmulo de Jesus e estavam preocupadas em como removeriam a pedra que havia sido colocada para bloquear a entrada. Quando chegaram perceberam que a pedra já havia sido removida; o proprio anjo do Senhor fez o que elas não poderiam fazer. A pedra não fora removida para que Jesus ressuscitasse, mas para que as mulheres pudessem constatar que o corpo de Jesus não estava mais alí.

Vamos analisar. Se Jesus tivesse ressuscitado sem a remoção da pedra, quem iria comprovar o fato? Com o passar do tempo, mesmo que alguém ousasse remover a pedra para pesquisas científicas a respeito do corpo de Jesus, nada encontrariam e poderiam concluir que os guardas haviam vacilado na segurança, dando ocasião para que alguém pudesse roubar o corpo; assim, a ressurreição passaria a ser um mito não comprovado na historia judaica. Dessa forma entendemos que a pedra foi milagrosamente removida, não para que Jesus ressuscitasse, mas para que a humanidade constatasse com seus proprios olhos, o milagre que acontecera.

Nesse fato podemos entender a vontade soberana de Deus; quando Ele deseja realizar algum propósito em nossa vida, Ele faz acontecer, independentemente da nossa vontade e/ou atitude. Ele mesmo remove os empecilhos e faz com que o sonho seja realizado, não necessitando de nossa interferencia na situação. Nossas preocupações são totalmente dispensáveis diante da vontade do nosso Criador.

Nos exemplos citados anteriormente, tanto na ressurreição de Lázaro, quanto na de Jesus vemos apenas diferença de propósitos e objetivos a serem alcançados por Deus, porém em ambos a pedra representava dificuldades. No primeiro exemplo, Deus levou o homem a uma atitude de remover a pedra, para que através do milagre da ressurreição de Lázaro, Seu nome pudesse ser glorificado entre os homens. Na ressurreição de Jesus, Deus não aceitou nenhuma interferencia humana para que ninguém se achasse digno de adoração, por ter “ajudado” de alguma forma na realização do plano divino de resgatar o homem do seu estado pecaminoso; Deus nos amou de tal maneira, que se deu voluntariamente a si mesmo, para nos trazer salvação. (Bíblia Sagrada, Jo. 3:16)

Encontramos outros acontecimentos registrados na Bíblia Sagrada, onde entendemos que as pedras encontradas foram oportunidades de bênçãos. Após ter vencido os filisteus, Samuel colocou uma pedra entre Mispa e Sem e chamou o seu nome Ebenezer, que significa “Até aqui nos ajudou o Senhor”; aquela pedra simbolizou um altar onde puderam glorificar e exaltar o Nome do Senhor Deus dos Exércitos (Bíblia Sagrada, I Sm. 7:12). Um segundo exemplo de oportunidade foi uma das cinco pedras que Davi utilizou para derrotar Golias que desafiava o povo de Israel (Bíblia Sagrada, I Sm. 17:49).

Se a dificuldade que estamos enfrentando for no âmbito secular, Deus, através de seu Espírito Santo, nos levará até onde a pedra estiver e nos dará orientações para saber se deveremos removê-la de nosso caminho ou utilizá-la como uma oportunidade para a realização do milagre que esperamos. Se for no âmbito espiritual, não precisamos nos preocupar com os obstáculos que bloqueiam nossa vontade de conhecer Deus, pois ao contemplar nossa intenção, Deus mesmo remove as pedras da cegueira e da ignorancia espiritual para que possamos nos encontrar com Ele; somos conduzidos pelo caminho (Jesus), para que possamos ter um encontro de paz com o nosso Criador.

De qualquer forma, sempre será melhor caminharmos em direção ao túmulo de Jesus, para constatarmos que Ele ressuscitou e que através dEle podemos ter comunhão com Deus o Pai e O recebermos como Senhor de nossas vidas. A partir de então Ele nos levará pelos caminhos da nossa existencia e nos mostrará o que fazer com as pedras que encontrarmos, de forma que Ele possa ter a liberdade de realizar tanto os milagres que precisamos, quanto os que desejamos.

“Podemos utilizar as pedras encontradas no caminho, para fazer delas um caminho de pedras.” (Sonia Valerio da Costa)

(Google Imagens)

 
Por Sonia Valerio da Costa
Em 19/07/2011


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Três Mulheres e Um Rei

Conta-nos a historia que entre os anos de 483 a 473 a.C. o Rei Assuero (também conhecido como Xerxes) reinou sobre 127 Províncias, desde a Índia até a Etiópia; seu palacio ficou conhecido como “A Fortaleza de Susã”. Três mulheres se destacaram nesse reinado: Vasti, Ester e Zeres. Ester se tornou a mais conhecida das três, porque a historia épica de como se tornou rainha em lugar de Vasti, acabou sendo amplamente divulgada devido a diversas produções cinematográficas.

Meu objetivo neste texto porém, não será falar apenas sobre Ester, mas sobre o comportamento de cada mulher, e como suas atitudes mudaram, de forma tão marcante, o rumo da historia daquele reino; o livro que nos conta essa historia, além de levar o nome de “Ester”, foi aceito no canon bíblico. Podemos dividir a historia de Assuero em duas épocas distintas: a primeira, quando casado com a Rainha Vasti, onde vemos tipificada a Igreja do Antigo Testamento Bíblico; a segunda, quando casado com a Rainha Ester, vemos tipificada a Igreja do Novo Testamento Bíblico.

O comportamento de Assuero em seu primeiro casamento, tipifica o legalismo das religiões fundamentalistas, nas quais não há complacencia e nem misericordia para com as falhas humanas. O que manda é a lei! As circunstâncias, a ética,  o bom senso, o respeito e a discrição, não são levados em consideração; não há perdão e nem misericordia. Quando Vasti se recusou a apresentar-se diante do Rei, seu marido, o fez no sentido de preservar sua dignidade e reputação, pois sabia que ele já estava com seu coração bastante “alegre” devido ao vinho e ela não queria se expor como objeto de vitrine diante de seus súditos. Ela só não imaginava a consequência radical que sofreria, devido à sua recusa em obedecer as ordens do Rei.

Os conselheiros de Assuero foram rápidos em exigir uma punição para Vasti, não porque estivessem preocupados em cumprir as leis instiuídas, mas em preservar suas próprias autoridades para com suas mulheres; a atitude daqueles homens precipitados, foi apenas um capricho machista e que não tiveram o equilibrio de medir a consequência dos seus conselhos e atos insanos. Ao ser coagido, Assuero acabou acatando o conselho inconsequente de depor Vasti de sua posição de Rainha, mesmo antes que ele voltasse ao seu estado de lucidez. Após a ressaca daquelas duas festas (180 e 7 dias), o Rei caiu em si, porém sua palavra não mais poderia voltar  atrás; sua ordem foi executada e a posição da rainha ficou vaga. Lamentavelmente presenciamos líderes de diversas áreas da sociedade atual, agindo com discriminação em circunstâncias semelhantes; premiam os mais abastados e marginalizam os que não têm quem os defenda.

Percebendo a tristeza do Rei, para que a situação fosse contornada, os conselheiros apresentaram uma solução: convocar todas as virgens do reino para que o Rei escolhesse dentre elas, uma que pudesse assumir a posição de rainha no lugar de Vasti. Baseado na experiência legalista com que lidou em seu primeiro casamento, Assuero passou a ser mais maleável até mesmo na escolha de Ester, sua 2ª esposa. Assuero já não possuía mais atitudes separatistas; já não se preocupava com a origem ou classe social das candidatas. Dessa vez ele preferiu que seu coração falasse mais alto e, com a linguagem do amor, tudo passou a fluir com maior tranquilidade.

Os fatos acontecidos durante o reinado de Ester, tipificam o comportamento das religiões que professam o amor, a caridade, a longanimidade, a paciência e o respeito, tanto entre seus seguidores, como para com os que não comungam com suas ideologias. Como cristã me sinto com liberdade para falar sobre religiões que se dizem cristãs, mas não são imitadoras de Cristo como o Apóstolo Paulo afirmou: “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo” (I Co. 11:1)

Quando Jesus veio a este mundo para pregar a Verdade e confrontar os Doutores da Lei, expulsou os mercadores do Templo em Jerusalém, alertando-os que “Sua Casa seria chamada “Casa de Oração” e não covil de ladrões” (Mt. 21:13), creio que muitas denominações precisam ser passadas a limpo, expulsando de seus bastidores e da liderança, todo o engano, falsidade e acordos por conveniências e trocas de interesses pessoais.

A Igreja a.C. era regida por leis, mandamentos e atos religiosos, através dos quais o homem interagia com Deus e dEle recebia perdão; o homem só conseguiria alcançar o favor de Deus, se cumprisse todos os mandamentos da lei mosaica. A Igreja d.C foi fundamentada em Jesus Cristo que veio anunciar a salvação através da Sua graça, manifestada em Sua morte e ressurreição; com Cristo, o homem passou a ter acesso direto com Deus, que pela manifestação de Sua misericordia, nos oferece salvação e perdão de nossos pecados, através de Seu Filho Jesus Cristo.

É bem provável que o leitor já esteja se perguntando, “mas e a 3ª mulher, Zeres?”; essa mulher era esposa de Hamã, que havia sido nomeado pelo Rei Assuero, como Príncipe de todos os Príncipes daquele reino. Era uma mulher astuta e tentou induzir seu marido para que enforcasse Mardoqueu, pois este não se prostrava diante de seu marido; porém, não sabia ela, que se tratava do primo da Rainha Ester. Hamã seguiu o conselho ardiloso de sua esposa e, além de construir a forca para Mardoqueu, conseguiu o aval do Rei para destruir todo o povo judeu que vivia conjuntamente alí no reino.

A Rainha Ester, consciente de que também seria morta, revelou sua origem ao Rei, apresentando Hamã como um traidor tanto seu, como do povo judeu; quando Hamã percebeu que o pedido de clemência feito por Ester, seria reconsiderado, lançou-se aos seus pés para que a Rainha intercedesse por ele junto ao Rei. Ao presenciar aquela cena ridícula, o Rei Assuero se enfureceu, pois entendeu que Hamã estava querendo seduzir a Rainha Ester. Aquela atitude de furia foi suficiente para que Hamã entendesse que sua morte já estava decretada pelo Rei Assuero.

Harbona, um dos eunucos daquele reino comunicou ao Rei Assuero sobre a forca que Hamã havia construído para Mardoqueu; então o Rei determinou que Hamã fosse enforcado nela e paralelamente permitiu que os judeus se defendessem dos ataques decretados para sua extinção. Terminada aquela guerra civil, os dez filhos de Hamã também morreram enforcados pelos próprios judeus.

A atitude de Zeres, tipifica a parte da Igreja do Novo Testamento, que não assume um compromisso de fidelidade para com Deus, mas está sempre a promover divisões eclesiásticas, e a semear discordias e contendas nas Congregações. Sua atitude pode ser comparada ao comportamento das “virgens loucas” que sem provisão de azeite suficiente para manter suas lâmpadas acesas, ainda tentaram extorquir a reserva das “virgens prudentes”; sem sucesso, se viram obrigadas a se arriscarem a sair em busca de azeite. Mas foi justamente nesse meio tempo que o noivo chegou e introduziu as “virgens prudentes” em suas bodas e fechou a porta; quando as “virgens loucas” voltaram, bateram na porta, mas não puderam mais entrar; apenas ouviram a voz do noivo, anunciando lá de dentro: “em verdade vos digo que vos não conheço”. (Mt. 25:1-13)

É inútil se levantar contra a Igreja de Jesus Cristo, fundada na cruz do calvário. Essa Igreja universal composta de pessoas que adoram a Deus e aceitam Seu Filho Jesus Cristo como único Caminho para a salvação de suas almas, tem total proteção de suas almas durante toda a eternidade. A vida neste mundo é passageira e a única coisa certa é a morte deste corpo, seja de que forma for; nossa preocupação deverá ser apenas onde e com quem passaremos a eternidade. Com certeza passaremos nossa eternidade futura com o Deus que adoramos no presente.

Sejamos como a Rainha Ester, que na hora da dificuldade, conclamou a todos os judeus para que se conscientizassem e reconhecessem a necessidade que temos de depender de Deus em todas as circunstancias; somente Ele poderá providenciar livramento para os que clamam por Sua misericordia.

O Apóstolo Paulo deu essa mesma recomendação a Timoteo: “Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graça por todos os homens; pelos reis e por todos que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos.” (I Tm.2:1-6)

Palavra ministrada por
Sonia Valerio da Costa
Em 23/05/2008
 

Uma Outra TPM

(Imagens Google)

Meu propósito não é falar da TPM popularmente conhecida como “tensão pré-menstrual”, mas sim do “Transtorno de Personalidades Múltiplas”.

A primeira TPM, além de atingir apenas as mulheres, já é facilmente contornável com simples medicamentos e algumas doses de paciência; sua origem é física ou biológica. Já a segunda TPM, além de atingir tanto homens como mulheres, tem origem em traumas da infância e vão se manifestar como transtornos mentais principalmente na fase adulta.

Essa TPM surge repentinamente em crises de alter egos detonados pela interação de diversos fatores. Muitos estudiosos porém, defendem que o desencadeamento desta patologia tem sua origem em abusos sexuais durante a infância do paciente e também pode ser desencadeada por meio de quadros de grande estresse pós-traumático.

O paciente cria diversas personalidades para que ele mesmo vivencie de uma forma dissociada e anormal da consciência. Seria um mecanismo de defesa para ocultar as lembranças traumáticas e doloridas vivenciadas em outros periodos da vida. A TPM trata-se da criação de diversas personalidades dentro de um mesmo individuo, sendo que essas personalidades são completas e complexas. Cada uma delas se evidencia a um momento, tem suas próprias memórias, nem sempre reconhece outra personalidade vivenciada em momento anterior e, quando isso ocorre, pode rivalizar ou fraternizar com a atual.

Existem casos que a pessoa convive com apenas uma das personalidades desenvolvidas e portanto não demonstra anormalidade. Porém, pessoas mais próximas costumam presenciar mudanças bruscas de comportamento que passam pela forma de falar, agir, vestir, desaparecimentos eventuais e falta de explicação para esses “sumiços”.

Escrito com a ajuda de Clifford Thurlow, o livro “Hoje Sou Alice – Nove personalidades, uma mente torturada” (Editora Larousse do Brasil, 2010), é “um relato verdadeiro e extremamente pessoal dos eventos que se deram ao longo da minha infância e de como continuam assombrando minha vida adulta”, como afirma a própria Alice. “Sofri abuso sexual, físico e emocional até os 16 anos de idade, e não contei a ninguém”, destaca.

A melhor atitude é ter a coragem de denunciar o abusador, seja quem for, mesmo que pai ou mãe. A maior dificuldade para se tomar essa iniciativa é a preocupação com o que a sociedade, ou as pessoas próximas ao nosso convívio social vão pensar.

Temos que admitir a ocorrência desses abusos sexuais de pedofilia, independentemente de nível econômico, social, poder aquisitivo ou religioso; quando acontece em familias tradicionais da sociedade ou principalmente no meio cristão, os familiares preferem manter o paciente prisioneiro de suas próprias personalidades criadas por ele como forma de fuga, do que buscar tratamento e proporcionar um “escândalo” envolvendo o nome da família.

É lamentável quando os familiares preferem conviver com um parente tido como louco e anti-social, do que buscar ajuda para libertação dessa pessoa. Nesses casos, a própria familia se torna inimiga do seu doente, simplesmente porque não querem chegar ao âmago da questão e resolver o problema de vez.

Decidi escrever sobre este assunto, pois percebi que meu artigo sobre Cristãos Bipolares, escrito no sentido espiritual, foi muito mais acessado para buscar informações de solução física. Ainda existe muita resistência no meio evangélico em relação à distinção de doenças de cunho psicológico e psiquiátrico e a possessão demoníaca. Precisamos entender de uma vez por todas, que nem tudo é possessão demoníaca e muito menos culpa do diabo.

Muitas doenças são desencadeadas pela nossa própria desobediência moral e espiritual; quantos pais percebem que está acontecendo algo estranho com seus filhos, porém, ao invés de investigarem o que está acontecendo para que possam em tempo evitar uma desgraça, preferem assistir as novelas e os jogos de futebol, ou mesmo pegarem um cinema para assistir estréias e pré-estréias, pois afinal, eles merecem e estão muito cansados… não é mesmo?…. Dura realidade que a atual sociedade enfrenta.

Para que a tortura enfrentada pelo paciente que possui a TPM, possa ser melhor compreendida, vou transcrever um trecho do livro de Alice, conforme publicado na revista “Psique Ciência & Vida” de onde extraí as informações deste texto. Vejam: “Eu estava ‘possuída’ não por algo externo – demônios, diabo, espíritos bons ou maus -, mas por personalidades alternativas que emergiam independentemente da minha vontade ou conhecimento e que se tornavam aos poucos mais auto-conscientes e confiantes… fiz uma lista dos suspeitos: bebê Alice; Alice nº 2, que tinha dois anos e gostava de chupar pirulitos grudentos; Billy; Samuel; Shirley; Kato; e a enigmática Eliza… Estava cercada por personalidades alternativas, como se cada uma representasse um aspecto meu em particular enquanto ocultava minha personalidade real, completa, de mim mesma e do mundo.”

No livro, Alice pergunta: “O que é Transtorno de Personalidade Múltipla?” E responde subjetivamente: “é uma garotinha que imagina que o abuso está acontecendo com outra pessoa. Aí está o núcleo do distúrbio, o que dá origem a todos os outros traços. Essa fantasia é tão intensa, tão subjetivamente convincente e adaptativa, que a criança abusada tem aspectos próprios dissociados em outras pessoas. Essa é a característica principal, e também o que torna a doença tratável, pois a fantasia pode ser superada no momento em que o paciente confronta o passado e lida com ele.”

O  psicanalista, doutor em Psicologia Clínica  e Professor da Universidade Mackenzie, Ivan Ramos Estevão ainda fala de uma transtorno mais leve de comportamento que é a “dualidade humana” e que está na essência do homem. “A divisão da pessoa se vendo fazer coisas contrárias ao que faria normalmente é muito comum. Algumas têm a tendência a querer ser de um jeito que muitas vezes não corresponde ao que ela é. Às vezes a gente se pega fazendo coisas nas quais não nos reconhecemos. Dizemos ‘não era eu, eu estava fora de mim’. É que, dependendo das circuntâncias da nossa vida, o inconsciente é que nos move e não nos damos conta. É quase como se a gente virasse outra pessoa. O ser humano é múltiplo e tenta esconder os impulsos e fantasias, mas quando isso vem à tona, parece outra pessoa.”

A dualidade e a falta de conhecimento acerca de si, podem ser constatadas com facilidade em perfis nas comunidades virtuais na Internet. “Muitas pessoas não conseguem se definir e acabam usando o recurso dos poemas para isso. Uma prova da dificuldade em se saber quem a gente é”, argumenta Estevão.

Conheça as possibilidades de tratamentos propostos no artigo consultado onde  especialistas indicam alguns tratamentos para o transtorno de personalidade múltipla, além da prescrição de medicamentos:

Psicoterapia – visa reconectar o individuo às suas diferentes identidades, com o objetivo de levá-lo a restabelecer uma única identidade funcional, possibilitar a expressão e o reprocessamento das memórias traumáticas e dolorosas; apoiar e estimular sua reinserção social.

Terapias familiares – objetivam orientar parentes a lidar e apoiar o portador do transtorno, assim como com os conflitos gerados por ele e pelo distúrbio em si.

Arteterapia – possibilita ao paciente acessar, explorar e expressar de formas diversas seus sentimentos e pensamentos.

Fonte: Psique Ciência & Vida, vol. V, nº 56, Ago. 2010. p. 24-31

Saiba mais:

Psicosite

ABC da Saúde

Psicologia na Net

“Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar.” (Bíblia Sagrada NVI, Dt. 6:6-7) Que possamos lembrar dessa orientação que o próprio Deus nos deixou; devemos conversar e educar os filhos para que temam o Deus que os formou no ventre materno.

Postado por Sonia Valerio da Costa
Em 19/02/2011

Sustentabilidade Insustentável

Nas últimas décadas este assunto tem sido discutido internacionalmente, tanto, que cheguei a pensar que já tivesse sido esgotado; porém, quando nos deparamos com tragédias sem precedentes como os deslizamentos das encostas serranas do Rio de Janeiro, acontecidos na semana passada,  percebemos que ainda há muita coisa a ser feita, para que essa situação possa ser revertida.

No meu entender, o cerne da questão está no equilibrio ambiental que começou a ser afetado, desde que o homem desafiou a Deus, pensando que já havia adquirido conhecimento suficiente, para se auto-sustentar. Nesse desentendimento com seu Criador e por insubmissão às ordens, regulamentos e regimentos internos do “lar” que Deus criou para que habitássemos juntamente com Ele, o homem não teve outra escolha a não ser sair de casa e “conhecer o mundo”.

Quero aqui destacar duas situações semelhantes quanto a esse tipo de separação. A primeira história aconteceu entre Abraão e Ló. Deus havia assumido um compromisso com Abraão; Ló, seu sobrinho o acompanhou até certo ponto da jornada, mas acabou preferindo seguir seu caminho, por sua própria conta e risco. Assim, aproveitando-se de um desentendimento entre os empregados de ambos, separou-se de seu tio e preferiu seguir pelas campinas de Sodoma e Gomorra. O fim de Ló foi trágico, porque teve que abandonar tudo o que havia construído, pois o lugar que escolhera para viver, estava condenado à destruição. Ele e suas duas filhas foram os únicos sobreviventes.

A segunda história foi contada por Jesus. Um jovem decidiu sair do seu lar, por entender que possuía experiência suficiente; se apossando de seus pertences, inclusive de sua herança, partiu sozinho pelas estradas da vida, para “conhecer o mundo”. Depois de perder tudo o que possuia, inclusive sua identidade, dignidade e também sua moral, não encontrou outra alternativa, a não ser retornar ao lar e reintegrar-se novamente à sua família. O pai desse jovem já estava preparado para o retorno de seu filho, pois baseado em sua experiência de vida, sabia que mais dia, menos dia, isso iria acontecer; tanto que, ao vê-lo de longe, correu para abraçá-lo. Para comemorar, promoveu uma grande celebração com sua família e amigos.

Estas duas histórias, ilustram bem, que o Pai Celestial aguarda nosso retorno para Ele. Estamos vivendo no lugar que Deus criou para que habitássemos com Ele, porém, estamos destruindo a “casa” dEle com as nossas atitudes inconsequentes de agressão à natureza.  A ética nos ensina que quando estamos na casa dos outros, precisamos nos submeter às regras daquele lugar; mas estamos agindo como crianças birrentas que não querem, nem estão dispostas a obedecer as ordens de seus pais.

Para que possamos entender melhor sobre a Terra e o Universo como morada de Deus, vejamos o que está escrito na Bíblia Sagrada: “O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés. Que espécie de casa vocês me edificarão? É este o meu lugar de descanso?” (Bíblia Sagrada NVI, Isaías 66:1)

O “castigo” e os grandes “puxões-de-orelha” que estamos recebendo de forma gritante, não vêm da parte de Deus nosso Pai, mas de suas criaturas que são radicalmente obedientes ao Seu Criador. Se faz necessário mudarmos nossas atitudes para com a natureza, pois não adianta pensarmos que as tragédias vão acontecer apenas na casa do “vizinho”; todos nós, indistintamente, sofreremos as consequências, seja por epidemias, seja pela alta da inflação em decorrência dos bilhões de prejuízos que estão sendo somados a cada dia.

“Devemos voltar a pensar a sociedade não contra a natureza, mas com ela; e a natureza como sendo – ela mesma – um sujeito dotado de humanidade”. (Roberto DaMatta – O Desastre Ecológico e a Ideologia Moderna)

“Quanto mais um sistema ou modo de vida está construído sobre o verde e a fotossíntese, mais ele é renovável e sustentável… Até que se apague o sol”. (Evaristo E. de Miranda – A Sustentabilidade é verde)

Veja a seguir as perguntas que Deus fez para Jó, quando ele havia perdido tudo e só lhe restava um caco de telha para se coçar: “Quem primeiro me deu alguma coisa, que eu lhe deva pagar? Tudo o que há debaixo dos céus me pertenceOnde você estava quando lancei os alicerces da terra? Responda-me, se é que você sabe tanto! Quem marcou os limites das suas dimensões? Talvez você saiba! E quem estendeu sobre ela a linha de medir? E os seus fundamentos, sobre o que foram postos? Quem represou o mar pondo-lhe portas, quando ele irrompeu do ventre materno, quando o vesti de nuvens e em densas trevas o envolvi, quando fixei os seus limites e lhe coloquei portas e barreiras, quando eu lhe disse: Até aqui você pode vir, além deste ponto não; aqui faço parar suas ondas orgulhosas? Quem dá à luz a geada que cai dos céus, quando as águas se tornam duras como pedra e a superfície do abismo se congela?” (Bíblia Sagrada, NVI – Jó, 41:11; 38:4-6; 8-11; 29-30)

Toda a criação obedece as leis de seu Criador; somente o homem, único ser racional criado, coloca de lado sua racionalidade e desobedece as leis da natureza, estabelecidas pelo próprio Deus que a criou.

Quanto de espaço que o homem já “roubou” do mar? Quanto represamento de águas, com barragens insuficientes para contê-las durante as cheias. Quanta poluição tem sido lançada na atmosfera? Quanto lixo não degradável tem sido jogado nas águas límpidas dos rios e corredeiras, comprometendo a água potável?

Tem sido a própria natureza que está “gritando” S.O.S. e falando em linguagem sem palavras, que estamos transtornando o Planeta Terra. Cada novo deslizamento, cada nova inundação, cada novo terremoto, cada novo ciclone, estamos sendo alertados de que estamos nos auto-destruindo.

A solução está nas mãos dos governantes nacionais e internacionais que precisam agir com maior sensibilidade, disponibilizando verba para o que realmente importa, com o fim de manter a sustentabilidade da natureza de forma equilibrada. Lembremos que Deus está no seu “sétimo dia”, desde quando terminou de criar todas as coisas, e viu que tudo era muito bom e estava funcionando na mais perfeita ordem.

“E Deus viu que tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o sexto dia. Assim foram concluídos os céus e a terra, e tudo o que neles há. No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou. Abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação”. (Bíblia Sagrada, NVI, Gênesis, 1:31 a 2:1-3)

Quando esse “tempo de descanso de Deus” terminar, Ele enviará seu Filho Jesus Cristo, pela segunda vez, para restabecer a perfeita ordem, e não a ordem mundial que o homem está tentando implantar, fazendo reuniões intermináveis que nunca chegam a acordo nenhum.

“Aquietem-se todos perante o Senhor, porque Ele se levantou de sua santa habitação.” (Bíblia Sagrada, NVI, Zacarias, 2:13)

“Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz. O ímpio maquina contra o justo, e contra ele range os dentes. O Senhor se rirá dele, pois vê que vem chegando o seu dia”. (Bíblia Sagrada, NVI, Salmo 37:11-13)

Nossa insubmissão tem um preço impagável e ninguém quer assumir o êrro; a consequência tem sido uma total destruição, que vem acontecendo sequencialmente, como toda reação em cadeia.

O homem precisa reconhecer que não possui capacidade para querer sustentar o insustentável. A sabedoria está em abrirmos mão dessa loucura insana e devolver a Deus o controle do ecossistema, pois somente assim poderemos sobreviver neste caos ecológico que nós mesmos produzimos.

Sonia Valerio da Costa
Em 19/01/2011

Somente Por Amor…

 

Com a reprise de “O Clone”, no Programa “Vale a Pena Ver de Novo”, lembrei-me desta música maravilhosa! Essa frase “somente por amor, a gente põe a mão”, cala no fundo das minhas reflexões, pois somente por amor é que conseguimos transpor barreiras que nos parecem intransponíveis, vencer desafios, distâncias, medos, conflitos… e nosso próprio orgulho.

Se não existir amor, provavelmente vamos colocar os pés pelas mãos. Os pés nos levam até onde as mãos podem tocar, pegar e sentir; isto se nosso coração for despertado por um forte desejo, envolvido no sentimento do amor, para que o corpo possa degustar, usufruir, se alimentar e nutrir-se das vitaminas, proteínas e sais minerais, proporcionados pelo objeto do desejo.

Não colocamos nossas mãos em terreno arenoso, areia movediça, caminho sem destino, barco furado ou mesmo alimento envenenado. Inconscientemente preservamos nossas mãos como algo sagrado do nosso corpo. Antes de colocarmos as mãos, somos despertados pelo olfato e, através dele,  podemos ser atraídos por algum cheiro agradável ou perfume envolvente… mas são nossas mãos que, muitas vezes tem receio de tocar no alimento que exala o cheiro agradável ou na fonte do perfume que nos envolve.

Chegamos perto, mas consciente ou inconscientemente, Somente por amor é que estendemos nossas mãos para que, através do tato, possamos sentir a temperatura, a densidade, a consistência, a aspereza, a maciez, a delicadeza, a beleza, a receptividade, o magnetismo, a pureza, a limpeza, a firmeza, a confiança, a segurança.

Se não houver amor, o melhor é nos afastarmos, para que não venhamos, ao invés de colocarmos as mãos, colocarmos os pés e machucarmos sentimentos de outrem. Porém, se estivermos conscientes de que o amor brotou, se manifestou e aflorou, e existe receptividade para o seu crescimento, então é o momento de vivenciarmos a felicidade que Deus nos proporcionou.

Quando colocamos a mão, é porque o amor conseguiu transpor as barreiras pessoais (físicas, psicológicas e circunstanciais); por fim, quando nos sentimos seguros e confiantes, o amor nos leva também, a ultrapassar os limites sociais!!!

 

Por Sonia Valerio da Costa

Em 17/01/2011

Confiança: Sentimento a Ser Trabalhado!

Nós não podemos “produzir” confiança. Por mais que nos esforcemos em cultivar um relacionamento, não conseguiremos despertar o sentimento de confiança, nas pessoas com as quais convivemos.

A confiança é fruto de um relacionamento em que sabemos que somos amados. Ela é um sentimento decorrente de expressões de amor; é a consequência de atitudes de afeto, carinho, cuidado, compreensão e atenção, que interagimos com as pessoas com as quais convivemos.

Essas atitudes de amor, vão desenvolvendo o sentimento de confiança mútua, onde passamos a conhecer o carater, a personalidade, o comportamento do outro, a ponto de saber previamente qual será a reação diante de determinada circunstância.

Muitas vezes somos tão corretos em nossa forma de agir, que acabamos querendo impor ao outro, quase que por obrigação, que confiem em nós. É difícil tanto entender, quanto querer explicar o sentimento “confiança”.

Quando olhamos para dentro de nós mesmos e começamos a analisar qual o nível de confiança que determinada pessoa conseguiu desenvolver em nós, passamos a entender que, somente quando existe amor, paralelamente observaremos os laços de confiança se formarem e se estabelecerem cada vez mais fortes, unindo duas vidas que, começaram a se amar e foram desenvolvendo os laços de confiança interativa.

Quando não temos certeza, se somos ou não amados, infelizmente teremos dificuldades para conseguir uma  confiança integral e genuína da outra parte.

Assim acontece na confiança que depositamos em Deus; se não acreditarmos que Ele nos ama verdadeiramente, não conseguiremos confiar totalmente nEle e nossa fé acaba se desvanecendo. Essa confiança será desenvolvida a partir do relacionamento que desenvolvermos com Ele.

Se esse relacionamento for superficial, nossa confiança também será tênue. Mas se nutrirmos uma intimidade profunda, com o interesse cada vez maior de conhecermos a Ele e permitirmos que Ele nos conheça e nos transforme, então nossa confiança será bastante fortalecida no poder da Sua Palavra!

A maior prova do amor é a confiança! E a maior prova da confiança é o amor!

(Esta reflexão  foi produzida com base no livro “A Cabana“)
Postado por Sonia Valerio da Costa
Em 05/01/2011

 

PS: Este Post foi objeto de premiação do “Blog da Quinzena”, promovido pela  Editora Naós. Agradeço à Editora Naós, (hoje Editora Ágape), na pessoa do Pr. Ubirajara Crespo, pela premiação recebida!!! Estou deveras emocionada!!! Deus seja louvado!!!!!!!!

Projeto Missy

Nós, um grupo de leitores que se sentiu tocado por “A Cabana“, estamos convencidos de que este livro merece ser lido pelo maior número de pessoas possível. Não é somente uma historia envolvente e inspiradora, mas tem uma qualidade literária que faz dela um presente especial. Oferece uma das visões mais pungentes de Deus e de como Ele se relaciona com a humanidade. Não somente irá encorajar os que já O conhecem, mas também atrairá quem ainda não reconheceu a presença do Criador em sua vida.

Produtores de cinema já expressaram interesse em transformar esta história em filme e farão isso depois que um número considerável de livros estiver em circulação. A divulgação boca a boca ainda é a ferramenta mais eficaz para que um livro como este possa causar transformações.

Se você, como nós, foi tocado pela mensagem deste livro, talvez já tenha algumas idéias de como fazer que outros o conheçam. Oferecemos algumas sugestões para ajudá-lo a compartilhar “A Cabana” com outras pessoas.

Dê o livro de presente a amigos e até mesmo a estranhos. Eles receberão não apenas uma historia empolgante, mas também um vislumbre magnífico sobre a natureza de Deus, de uma forma raramente apresentada em nossa cultura.

Se você tem um site ou um Blog na internet, fale um pouco sobre o livro e como ele tocou sua vida (eu já fiz: A Cabana). Não revele o enredo, mas recomende entusiasticamente para que as pessoas o leiam.

Escreva uma resenha para um jornal de sua cidade, uma revista de sua predileção ou um site que você frequente. Se você tem uma loja, exponha o livro com a maior visibilidade possível. Se for dono de uma empresa, considere a possibilidade de presentear com o livro seus clientes preferenciais.

Doe o livro para abrigos femininos, prisões, lares de reabilitação, casas de repouso e outros lugares onde as pessoas possam ser encorajadas pela historia e pela mensagem.

Em reuniões e encontros, fale do livro e conte do impacto que ele causou em sua vida. Você prestará um grande favor aos que o escutarem.

Para mais informações e idéias de como você pode ajudar, conheça o Projeto Missy (The Missy Project) em nosso site em inglês:

The Shack

Se você se sentiu tocado pelo assombro deste livro “A Cabana” e quer ajudar a torná-lo disponível a outros num nível mais amplo, nós o convidamos a participar do…

Projeto Missy

Este texto foi reproduzido na íntegra, conforme publicado ao final do Livro “A Cabana” de William P. Young, por:

Sonia Valerio da Costa
Em 04/01/2011
 
P.S. Em 06/04/2017 foi a estréia do Filme A Cabana nos cinemas brasileiros.