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Benefícios da Maquiagem e dos Cosméticos

Os antigos egipcios se maquiavam para conservar a saúde. A maquiagem singular que eles usavam nos olhos não tinha nada a ver com vaidade. Acreditava-se que o costume, adotado por homens, mulheres e crianças de todas as classes sociais, tivesse propriedades mágicas contra a doença. Apesar de serem feitos à base de chumbo, parece que os produtos realmente exerciam efeitos benèficos sobre a saúde.

Cientistas franceses analisaram 52 amostras de recipientes de junco, pedra e madeira encontrados em tumbas, que fazem parte do museu do Louvre, em Paris. A equipe de Philippe Walter descobriu que a maquiagem continha um composto que estimulava o sistema imune. Os pesquisadores identificaram nela quatro substâncias à base de chumbo que aumentavam a presença de um composto-chave na resposta imunológica.

A equipe descobriu que as substâncias aumentavam em até 240% a produção de óxido nítrico em células de pele humana. “O óxido nítrico é um importante mensageiro molecular envolvido em muitos processos biológicos. Uma de suas principais funções é participar da defesa antimicrobiana e antiviral. Além de tóxica para bactérias, essa substância tem efeito protetor nos olhos.”

As infecções bacterianas eram bastante comuns no Egito por causa da poeira carregada pelos ventos do deserto, que deixavam os olhos secos, irritados e vermelhos. No periódico Analytical Chemistry, a equipe do louvre relata que os “químicos” da época teriam percebido que os usuários da maquiagem apresentavam melhores condições de saúde e estimularam seu uso – o primeiro exemplo conhecido de um tratamento de saúde pública em larga escala.”

Atualmente temos uma exploração muito grande nessa área de cosméticos e, o interessante, é que a propaganda se resume à beleza, no sentido de destacar alguns pontos da face e também disfarçar manchas e pequenas cicatrizes. Existe também muita preocupação quanto à utilização do chumbo que pode prejudicar a saúde.

Mas Philippe Walter, lembra as palavras do médico renascentista Paracelso, que disse: “Todas as coisas são veneno e nada é livre deles, apenas a dose permite que algo não seja venenoso”. “A baixa solubilidade dos sais de chumbo usados na maquiagem egipcia limita a toxicidade desses compostos”, explica Walter. “Quando o pó é aplicado apenas na pele, não se torna muito perigoso. Nenhum estudo epidemiológico detectou evidências de envenenamento por chumbo.”

A questão da maquiagem também é bastante polêmica em certos grupos religiosos que condenam o uso de cosméticos em alusão à atitude de Jezabel que, quando soube que Jeú havia chegado em Jezreel, se pintou em volta dos olhos e enfeitou sua cabeça e olhou pela janela (Bíblia Sagrada – II Reis 9:30); isto fez ela, para chamar a atenção de Jeú, com o fim de demovê-lo do seu intento de matar seus inimigos. Jeú não se deixou envolver pela sensualidade de Jezabel pois sua morte também já estava decretada. O condenável em Jezabel não foi sua atitude, mas a intenção que a levou a pintar seus olhos; ela foi julgada pela intenção do seu coração e não pelo fato de pintar os olhos, pois a maquiagem era utilizada para conservar a saúde.

Sabemos que as indústrias de cosméticos tem se dedicado aos estudos aprofundados para criar produtos que protejam cada vez mais a nossa pele, tanto dos raios solares, quanto da poluição.

Para mim,  o importante é acatarmos as palavras sábias do médico renascentista Paracelso, já citadas anteriormente “Todas as coisas são veneno e nada é livre deles, apenas a dose permite que algo não seja venenoso”. Portanto, vamos “apreciar com moderação” e fazermos da maquiagem e dos cosméticos aliados benéficos para nossa saúde.

Fonte: ALAMY, ACS. Beleza que faz bem. In: Revista “Para Saber e Conhecer” – junho/2010, p. 16

Por Sonia Valerio da Costa
Em 27/09/2010
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Idoso (27 de setembro)

Nós somos o resultado de gerações passadas. Nossos pais continuam vivendo por meio de nós, como nossos avós viveram por meio deles. Desde que nascemos nosso corpo está sujeito ao desgaste físico do tempo. Os anos passam rapidamente, e com eles a alegria da infância e a beleza da juventude. Lentamente, mas de forma persistente, nossa carne vai se enrugando, nossos braços e pernas perdem a agilidade e o vigor; perdurará para sempre apenas o perfume das boas obras, os passos dados no caminho da verdade e tudo o mais que se criou de belo.

Atrás de cada rosto enrugado dos idosos há vida. Vida repleta de experiência e de saudade, vida digna de ser compreendida e imitada pelos mais jovens, vida que deve ser respeitada e preservada até o último alento. Os idosos já foram crianças, adolescentes e adultos cheios de energia e calor e que um dia seremos iguais a eles.

Ame o ancião

Jovem, cheio de força e vigor,
que passas ligeiro, deixando pra trás o ancião.
Não reparaste o andar vacilante deste homem
que a carga pesada dos anos
mantém curvo?
*
 
Não observaste o seu rosto
cheio de rugas, seu olhar inseguro,
os joelhos dobrando,
procurando alguém para ajudá-lo
ou uma bengala para apoiar-se?
*
 
Talvez esboçaste um riso
de sarcasmo e de zombaria
ao vê-lo tropeçar
e, no chão, estendido ficar.
*
 
Não digas apenas: “coitado do velho!”
Mas corre logo a levantá-lo,
oferecendo-lhe a mão,
apertando-o ao coração.
*
 
Pois, como muitas vezes
tens lido no transporte coletivo:
“Quem respeita o ancião,
respeita a si mesmo!”
*
 
De fato, um dia,
que não é tão distante,
sentirás tú também
a carga pesada da idade.
*
 
Então, não terás a mesma energia
e o vigor da juventude.
Vais precisar de alguém
para te ajudar na tua caminhada.
*
 
Agradecido serás
com quem te ajudar
a estrada atravessar.
*
 
Se olhares para trás,
descobrirás que são tantos
os anciãos a quem deves amar.
*
 
Graças a eles é que tú vives.
Com eles, aprendeste a andar.
a falar, a descobrir as riquezas da vida.
Tudo o que está ao teu redor
foi fruto do seu suor.
*
 
Ama e respeita os idosos,
homens e mulheres,
porque são eles os heróis anônimos
que sobreviveram
a mil batalhas da vida.
Eles são hoje o que tú serás amanhã.
 

Portal da Terceira Idade

Estatuto do Idoso

“Quem respeita o idoso, respeita a si mesmo”.

“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.” (Êxodo cap. 20 e vers.12)

Sonia Valerio da Costa
25/02/2010

Fonte: “Bíblia Sagrada” e “Origem das Datas Comemorativas” de Mário Basacchi

 
 
 

O Velho, O Menino e o Burro

Victor Batista

A Tradição da Cultura Mineira

Em comemoração à Semana do Folclore, dia 21/08/2010, Victor Batista esteve na Biblioteca Pública Prof. Arnaldo Magalhães de Giácomo, fazendo uma apresentação cantada, de diversos “causos” populares do Estado de Minas Gerais. Transcrevo aqui, um deles, pois além de encerrar uma lição de moral, é bastante divertido:

O Velho, O Menino e O Burro

(Veja também em versão poética)

“O burrico vinha trotando pela estrada.

De um lado vinha o velho, puxando o cabresto.

Do outro vinha o menino, contente, que o dia estava fresquinho e o sol brilhava no céu.

Sentados no barranco estavam dois homens.

No que viram o burro mais o velho e o menino, um cutucou o outro:

– Veja só, compadre! Que despropósito! Em vez do velho montar no burro, vem puxando ele!

O velho e o menino se olharam.

Assim que viraram na primeira curva, o velho parou o burro e montou nele.

O menino segurou o cabresto e lá se foram os três, muito satisfeitos.

Até que perto da ponte tinha uma casa com uma mulher na janela.

– Olha só, Sinhá, venha ver o desfrute! O velho no bem-bom, montado no burro, e o pobre do menino gramando a pé!

O velho e o menino se olharam de novo.

Assim que saíram da vista da mulher, o velho desceu do burro e botou o menino na sela.

E foram andando um pouco ressabiados, o velho puxando o burro pelo cabresto, pensando no que o povo podia dizer.

Logo logo, passaram numa porteira onde estava parada uma velha mais uma menina.

– Mas que absurdo, minha gente! Um velho que nem se agüenta nas pernas andando a pé, e o guri, bem sem-vergonha, escanchado no burro!

Os dois se olharam e nem esperaram.

O velho mais que depressa montou na garupa do burro e lá se foram os três.

Dali a pouco encontraram um padre que vinha pela estrada mais o sacristão:

– Olha só, que pecado, onde é que já se viu? O pobre do burro, coitadinho, carregando dois preguiçosos! Mas isso é coisa que se faça?

O velho e o menino, desanimados, desmontaram e nem discutiram:

saíram carregando o burro.

Mas nem assim o povo sossegou!

Cada vez que passavam por alguém, era só risada!

– Olha só os dois burros carregando o terceiro!

Quando chegaram em casa, o velho sentou cansado, se assoprando:

– Bem feito! — ele dizia. — Bem feito!

– Bem feito o quê, vô?

– Bem feito pra nós. Que a gente já faz muito de pensar pela própria cabeça, e ainda quer pensar pela cabeça dos outros.

Agora eu sei por que é que meu pai dizia:

Quem quer agradar a todos a si próprio não faz bem!

Pois só faz papel de burro e não agrada a ninguém!”

Extraído de: “Histórias Infantis”

Outra moral extraída de “Ideal Dicas”: “Não podemos dedicar atenção irracional para as críticas, pois estas acontecerão sempre, independente da maneira em que procurarmos agir.”

Postado por Sonia Valerio da Costa
Em: 22/08/2010
 

“Ser ou Não Ser de Ninguém” – Arnaldo Jabor

Na hora de cantar, todo mundo enche o peito nas boates e gandaias, levanta os braços, sorri e dispara: “… eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também…”

No entanto, passado o efeito da manguaça com energético, e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração tribalista se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois?

Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que toda ação tem uma reação? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo – beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja, é preciso comer o bolo todo e, nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.

Embora já saibam namorar, os tribalistas não namoram. “Ficar” também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é “namorix”. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada.

Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim, como só deseja a cereja do bolo tribal, enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas, e a troca de cumplicidade, carinho e amor.

Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.

Já dizia o poeta que amar se aprende amando. Assim, podemos aprender a amar nos relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações.

Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém.

É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento…

É arriscar, pagar para ver e correr atrás da tão sonhada felicidade.

É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer.

É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins. Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também…

É não ser livre para trocar e crescer…

É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida SOLIDÃO…

“Seres humanos são anjos de uma asa só, para voar têm que se unir ao outro.”

Fonte: Pensador.Info

Postado por Sonia Valerio da Costa
Em 30/07/2010
 

Dia dos Namorados (12 de junho)

Fonte: Quem Namora

Diferenças entre os relacionamentos:

Amor colega:

Quando o relacionamento é apenas de coleguismo, ficamos contentes quando revemos uma pessoa que nos trouxe algum benefício, alguma alegria, ou mesmo nos orientou em algum problema que enfrentávamos no momento em que aquela pessoa nos foi útil. Normalmente esquecemos grande porcentagem dos benefícios que recebemos desses nossos “colegas”; mas, quando os encontramos temos o prazer de compartilhar alguma novidade, mas tudo de forma um tanto superficial. É difícil quem não possui diversos relacionamentos de coleguismo. Este tipo de relacionamento acontece geralmente entre colegas de escola, ou mesmo de trabalho. Quando as circunstâncias da vida, separam essas pessoas, o sentimento de perda é tão irrisório, que não nos provoca dores e nem mesmo frustrações.

Amor Amigo:

Quando encontramos alguém que sentimos uma confiança mais profunda e ficamos à vontade para compartilharmos assuntos mais íntimos, segredos, de forma que possamos receber ajuda, orientação e até mesmo conselhos, vamos formando laços de amizade, e de uma certa querência, que até sentimos saudades de conversar, de trocar idéias, de colocar os assuntos em dia e, até mesmo expor nossas necessidades para encontrar ajuda em todos os sentidos. Se por algum motivo inesperado, acontecer um distanciamento, sentiremos saudades, solidão, mas apesar de guardarmos lembranças agradáveis pela convivência dessa amizade que tivemos o privilégio de usufruir, aceitamos emocionalmente de forma tranquila, tanto que logo encontramos uma nova amizade.

Amor Amor:

Este é o tipo de relacionamento que se comemora no dia 12 de junho no Brasil. Em alguns países essa data é comemorada em 14 de fevereiro, dia de São Valentim. Conta a história que na Roma Antiga do século III o imperador romano Cláudio II, proibia o casamento dos seus soldados. Ele acreditava que os solteiros eram mais eficientes nos campos de batalha.

Sem se importar com as ordens do Imperador, o sacerdote Valentim continuou celebrando casamentos secretamente. Foi descoberto e condenado à morte. Na prisão, Valentim se apaixonou pela filha de um carcereiro. No dia 14 de fevereiro, antes de morrer, Valentim deixou um cartão para ela, assinado: “Do seu namorado”. Por isso os apaixonados celebram o amor no dia de São Valentim. (Fonte “Eco Kids: guia de datas comemorativas” de Marli Mitsunaga)

No Brasil, o Dia dos Namorados foi criado em 12 de junho de 1949 pelo publicitário João Dória, para aumentar as vendas das antigas lojas Clipper. Essa data cai na véspera do dia de Santo Antonio, que é o “Santo Casamenteiro”.

Há alguns anos atrás percebíamos uma nostalgia muito forte envolvendo os amantes e apaixonados, que, por serem conscientes da necessidade de que o ser humano precisa usufruir de um amor estável, buscavam fortalecer seus laços e vínculos amorosos e até aproveitavam a ocasião para tomar decisões mais sérias em suas vidas.

Hoje, com a inversão de certos valores sociais, onde vemos uma grande ênfase ao “descompromisso”, muitos simulam a existência de amor, apenas para levar vantagens, ganhar presentes e até mesmo ter uma companhia para passar uma tarde ou uma noite de prazer, apenas físico.

O lindo amor “eros” que é forte o suficiente para unir pessoas numa vida íntima de felicidade, está sendo sutilmente congelado e substituído pelo amor “ficante”. Os que se encontram carentes são as maiores vítimas desse tal “amor ficante”, pois se apegam a esse tipo de relacionamento sem futuro, principalmente por falta de opção e também porque não vêem outra forma de satisfazer suas necessidades físicas e emocionais. Quando caem na realidade, se dão conta das feridas emocionais que permitiram acontecer em suas vidas.

Nesse ponto não podemos culpar nenhum dos sexos, porque ambos estão sendo manipulados pelos desvios dos comportamentos sociais que deixaram de valorizar a família, que é o único lugar onde podemos tirar nossas máscaras sociais e vivermos nossa verdadeira identidade.

Mas como saber se fomos ou não atingidos pela flecha desse amor verdadeiro, desse amor “eros” e se realmente encontramos ou não a pessoa dos nossos sonhos?!

É muito fácil de identificar através das nossas próprias reações. Assim como o amor “colega” e o amor “amigo” afetam muito superficialmente nossas emoções quando os perdemos, o amor “eros” não aceita abrir mão da felicidade. Ele cria raízes tão mais profundas, que não se consegue uma separação ou um distanciamento sem deixar feridas profundas, mágoas e cicatrizes, e porque não dizer também “saudades”!!!

Quando existe a dúvida em identificar se o sentimento é apenas “um forte amor amigo” ou o “amor eros”, é até válido um afastamento para permitir que os corpos e almas dos envolvidos possam ter a oportunidade de reagir à essa nova situação de solidão, e poderem compreender a linguagem de seus corações.

Normalmente, o “amor amor” se fortalece nessas separações, pois se consegue visualizar de forma mais clara e racional, o quanto a outra metade representa para nossas vidas.

Nessas separações, descobrimos se esse amor eros existe ou não, quando detectamos alguns sinais como: 

– preocupação com o que possa estar acontecendo com o outro(a); será que está acontecendo alguma coisa?! … o que será sua ocupação neste momento?!

– uma solidão começa a invadir o coração… vai tomando conta do corpo e nada nem ninguém conseguirá preencher satisfatoriamente a ausência do outro(a); nessas circunstâncias nos tornamos irritadiços por não encontrarmos respostas que possam acalmar nossas emoções.

– a saudade aumenta em progressão geométrica; nos fechamos e nos refugiamos na solidão interna, fazendo o estritamente necessário para nossa sobrevivência; passamos a andar com o semblante caído, perdemos o viço da alegria de viver. Esse sentimento inexplicável, sem tradução, chamado “saudade” corrói nossos pensamentos que nos mata lentamente!!!

– o raciocínio perde o controle e até mesmo a razão; a imagem do outro(a) insiste em ocupar nosso pensamento; com isso, o pensamento se “desliga” e “viaja” em vão, pela busca do outro(a).

Se estivermos com esses sintomas, através de nossas atitudes, poderemos desbloquear um relacionamento truncado, e fazer reacender a chama do amor.

Vamos abrir nosso coração para o amor, pois esse é o sentimento mais sublime que Deus criou para nos unir e nos multiplicar.

Deus é o próprio AMOR.

COMUMENTE É ASSIM

Cada um ao nascer
traz sua dose de amor,
mas os empregos,
o dinheiro,
tudo isso,
nos resseca o solo do coração.
Sobre o coração levamos o corpo,
sobre o corpo a camisa,
mas isto é pouco.
Alguém
imbecilmente
inventou os punhos
e sobre os peitos
fez correr o amido de engomar.                                                                                              Quando velhos, se arrependem.
A mulher se pinta.
O homem faz ginástica
pelo sistema Muller.
Mas é tarde.
A pele enche-se de rugas.
O amor floresce,
floresce,
e depois desfolha.

Vladimir Maiakóvski

NÃO DEIXE O AMOR PASSAR

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

Por isso, preste atenção nos sinais – não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

Carlos Drummond de Andrade

Sonia Valerio da Costa
12/06/2010

Olhe-se no Espelho! (Lya Luft)

(Google Imagens)

“No mês passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher. Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades. E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi.

Foi um momento inesquecível!!… A platéia inteira fez um ‘oooohh’ de descrédito.

Aí fiquei pensando: “pôxa, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?”

Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado ‘juventude eterna’. Estão todos em busca da reversão do tempo. Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas.

Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada. A fonte da juventude chama-se “mudança”. De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora. A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas.

Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos.

“Mudança”, o que vem a ser tal coisa?

Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho. Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, …….Rejuvenesceu!.

Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos. Rejuvenesceu!.

Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol. … Rejuvenesceu!!!.

Toda mudança cobra um alto preço emocional. Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza. Mas então chega o depois da coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face. Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.

Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho. Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.

Olhe-se no espelho…”

Texto de Lya Luft
Postado por Sonia Valerio da Costa
Em 20/05/2010

1º Aniversário deste Blog: 21/04/2010

www.artigosecronicas.com.br

  

Assista em PPT alguns lançes do primeiro ano deste Blog:

1º Aniversário do Blog Artigos & Crônicas

 

Eu agradeço publicamente o apoio direta ou indiretamente de todos que contribuiram para o desenvolvimento e sucesso deste Blog. Que através das mensagens  registradas aqui neste Blog “Artigos & Crônicas” muitas vidas possam ser abençoadas!

Anísio – Scraps Pereira – http://www.scrapspereira.com.br/

Antonio – LedStyle – http://www.tuxresources.org/blog/

Claudio – Padoka Panneteria – http://www.padokapanneteria.com/

Eliseu – Belverede – http://belverede.blogspot.com/

Francikley – Vosbi – http://www.vosbi.blogspot.com/

Jacson – Família Sonho de Deus – http://minhafamiliasonhodedeus.blogspot.com/

João Cruzué – Olhar Cristão – http://olharcristao.blogspot.com/

Pr. Sílvio – Igreja Batista Filadélfia http://www.ibfaguarasa.com.br/

Valdeir – Ponderantes – http://www.ponderantes.com.br/

    

Sonia Valerio da Costa
23/04/2010