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Afinal, quem é o meu próximo para que eu o ame?

Reintegração

(Imagens Google)

Temos presenciado com bastante frequencia, reações constrangedoras de grupos radicais isolados que estão tentando reprimir de forma violenta, deixando emergir instintos primitivos e fomentando o desamor e a discriminação desenfreada contra pessoas que expressam comportamentos ou pensamentos diferentes dos demais membros da sociedade na qual estão inseridos.

Atualmente a sociedade tem se mostrado indignada com grupos homofóbicos fundamentalistas por não praticarem o mandamento bastante incisivo declarado por Jesus: “devemos amar nosso próximo como a nós mesmos”. Jesus apresentou de forma bastante compreensível a um dos Doutores da Lei como identificar quem é o nosso próximo. Se você ainda não conhece a Parábola do “Bom Samaritano”, seria importante que você a lesse antes de prosseguir com a leitura deste artigo (Biblia Sagrada, Lc. 10:25-37); isso facilitará a compreensão do meu raciocinio.

Jesus perguntou: “quem foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores”? Estava bastante claro que foi o que usou de misericordia para com ele. Atitudes inconsequentes como o pai que foi agredido e teve sua orelha mutilada simplesmente por estar abraçado com seu filho, estão proporcionando não só cicatrizes físicas, mas também sociais e emocionais.

Entendo que os movimentos de conscientização para o combate à discriminação social, comportamental, religiosa e étnica, levam em seu âmago, um clamor muito mais profundo, que é a necessidade de amor e aceitação social. Os grupos minoritarios que estão clamando por um espaço na sociedade, na verdade estão precisando de amor e de misericordia, o que não implica que a maioria concorde ou não com suas atitudes, e ou comportamentos “diferentes”.

Quando os cristãos se expressam contrários à aprovação das leis que combatem a homofobia, estão sendo mal interpretados devido a forma como estão expondo suas opiniões. Como cristã, me sinto à vontade para expressar nosso verdadeiro pensamento a respeito das atitudes homofóbicas. Não somos contra as pessoas que tem comportamentos GLBT, porém não podem nos obrigar a pensar e agir como eles; todos os seres humanos possuem o livre-arbítrio de pensar e agir conforme seus próprios princípios, desde que suas atitudes não interfiram e nem comprometam o espaço de seu semelhante; indistintamente, todos nós carecemos do amor e da misericórdia de Deus, porém esse “direito” que Ele nos deu, não nos isenta de sermos reprovados por nossos comportamentos contrários às leis divinas.

Deus nos criou com sexos definidos, macho e femea, homem e mulher, e cada sexo possue comportamentos emocionais proprios e reações diferentes um do outro. Temos instruções suficientes (não somente bíblicas), para usufruir com sabedoria dos prazeres físicos, e entendermos que toda prática diferente da forma como Ele nos criou, acarretará em consequencias desastrosas que poderão ser até mesmo irreversiveis.

A questão que não pode calar é que tanto homossexuais quanto heterossexuais não podem se enfrentar mutuamente de forma animalesca, tentando fazer prevalecer suas respectivas formas de pensar e de agir. É fato que “cada qual com seu igual”, mas a liberdade proclamada pelos GLBTs não pode comprometer a liberdade dos heterossexuais e vice-e-versa; afinal, agora são os heterossexuais que estão sendo discriminados. O respeito deve ser de mão dupla e não apenas de um grupo em relação ao outro.

Na Parábola apresentada por Jesus, vemos que a violencia desenfreada e injustificavel dos salteadores, quase tirou a vida de um inocente. Caído na beira da estrada e semi-morto, aquele homem foi julgado, discriminado e desprezado por dois dos homens que passaram por alí. Um deles era um doutor da lei, ou seja, alguém que possuia muito conhecimento filosófico e religioso, mas ainda não conhecia a linguagem do amor e da misericordia; claro, sua posição privilegiada na sociedade, eclipsou o amor fraternal que ele poderia expressar naquela oportunidade.

O outro foi um levita, que apesar de também ser religioso, cultivava escrúpulos pessoais, pois tinha medo de se “contaminar” com o sangue daquele homem que poderia estar morto; na dúvida, também preferiu ignorar a oportunidade de expressar seu amor fraternal para com aquele desafortunado.

Logo depois, um novo caminhante passou por alí. Era um homem de Samaria e por não estar aprisionado aos dogmas religiosos praticados nas sinagogas de Jerusalem, nada havia que o impedisse de socorrer aquele desconhecido caído na beira da estrada. Ele não perdeu a oportunidade de expressar seu amor ao próximo. Sua atitude foi completa; deu atendimento de primeiros socorros e depois o levou a uma estalagem onde ele poderia receber acompanhamento para sua total recuperação. Deixou um valor como caução, com o objetivo de cobrir as despesas do tratamento, mas também prometeu voltar e cobrir as despesas que ultrapassassem o valor depositado.

O samaritano fez tudo o que estava ao seu alcance oferecendo total assistência para que o tratamento alcançasse o resultado esperado. Assim, concluímos que “próximo é aquele que usa de misericordia para com o outro, e que “põe a mão na massa”, sem escrúpulos de “sujar” suas mãos, mas seu principal objetivo é socorrer e, por amor, reintegrar à sociedade os necessitados e excluídos por ela. O próximo ama, abraça, oferece calor humano com suas atitudes, mas também providencia uma nova forma de vida para o necessitado. Ele entra junto no barco para acompanhar mais de perto os infortúnios de seus semelhantes e cria formas de dar a solução mais adequada ao problema, porém isso não implica que tenha que concordar com a vida que o ajudado esteja levando!

Esta Parábola nos permite entender que Jesus Cristo teve para com a humanidade, a mesma atitude que aquele samaritano. Nós estávamos no pecado da desobediência, o que nos mantinha distantes de Deus; nessa posição espiritual, nosso adversário (satanás), constantemente nos acusava e nos oprimia. Mas Jesus se ofereceu a si mesmo para nos resgatar dessa posição de pecadores para nos levar às “regiões celestiais” (posição simbólica alcançada pela salvação em Jesus Cristo). Nessa posição de salvos pela fé e pela graça de Jesus Cristo, estamos sempre recebendo acompanhamento divino para nossos dilemas emocionais, sociais, comportamentais e espirituais para que possamos nutrir uma sadia comunhão com Deus.

Jesus se apresenta como o “Bom Samaritano”, pois nos amou e usou de misericórdia para conosco. Ele nos deixou o verdadeiro exemplo do que é amar o próximo; amar o próximo não é simplesmente concordar com as atitudes do nosso semelhante, para agradá-lo de forma inconsequente. Amar o próximo é dar-lhe a oportunidade de conhecer uma nova vida de paz, saúde e tranquilidade nesta vida e também indicar o caminho da vida eterna que, com certeza, todo ser humano almeja. Cuidado… nem sempre “a voz do povo é a voz de Deus”.

Se você ainda não experimentou os cuidados especiais que esse “Bom Samaritano” pode oferecer, abra seu coração para Ele e permita que Ele cuide de sua vida, em todos os sentidos; com certeza através dEle você entenderá o que é verdadeiramente “amar o próximo como a si mesmo”. Creia que se sua posição é como a de um desses excluídos da sociedade, Ele providenciará sua reintegração social.

Permita que Jesus manifeste em sua vida, todo o Seu Amor e Sua Misericórdia. A partir de então sua vida não será mais a mesma! Experimente!

Por Sonia Valerio da Costa

 

 

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Cristãos Bipolares

(Google Imagens)

Depois de passar por tantos altos e baixos em minha vida espiritual, decidi fazer uma auto-avaliação do meu comportamento, de forma que eu pudesse detectar alguma falha, algum distúrbio, ou mesmo doença psicoteológica.

Então me dei conta de que estava apresentando todas as características de um “cristão bipolar”. Claro, procurei o melhor profissional da área, o Dr. Jesus, que é o Médico por excelência.

Ele me disse que passaria alguns medicamentos e que desde a primeira dose eu já iria sentir diversos efeitos colaterais, mas nada que prejudicasse meu comportamento social; pelo contrário, logo eu perceberia que estaria atraindo mais pessoas para o meu convívio e que, muitos daqueles que me olhavam desconfiados pensando que a qualquer momento eu pudesse surtar, iriam sentir maior segurança em formar vínculos de amizade comigo. Aceitei o desafio e comecei a fazer o tratamento. Hoje praticamente curada, começo a lembrar tudo o que passei. Foram as piores dores da minha vida, pois não eram dores físicas que pudessem ser curadas com qualquer analgésico; eram dores na alma, mas tanto que valeu a pena, que quero compartilhar como foi o tratamento:

Os remédios….

Ao levantar, uma dose de agradecimento por mais um dia de vida! Ao chegar ao trabalho, uma dose de Paz e de hora em hora, uma cápsula de paciência e humanidade. Ao retornar para casa, uma grande dose de amor e antes de dormir duas doses de consciência tranquila.

Os sintomas colaterais….

Dores emocionais, tipo “pressão psicológica”, “tortura chinesa”, “perseguição invisível”, traições, isolamento socio-afetivo, incompreensões, acusações, calúnias, falsos julgamentos, descrédito, etc.

O tratamento….

Em todas as intercorrências, era só chamar o Dr. Jesus, que Ele estava ao meu lado para me orientar, me consolar, para ouvir meus desabafos e aliviar minhas dores, injetando doses de bálsamo de Gileade.

A manutenção….

O Dr. Jesus me alertou, que cura total só terei quando estiver com um corpo glorioso como Ele mesmo possui desde que ressuscitou e retornou aos céus. Assim sendo, entendi que a melhor forma de fazer manutenção constante e segura pós tratamento, é ler diariamente a Bíblia Sagrada e conversar diariamente com meu terapeuta (o mesmo Dr. Jesus)…. e, pasmem, Ele se disponibiliza 24 horas por dia, 7 dias por semana, para todos os que procurarem por Ele. a mente dEle é tão especial, que nunca sobrecarrega e nem entra em parafuso; por maior que sejam os problemas que nos envolvemos nesta vida… creia!! Ele tem a solução!

O pagamento….

Ele nem quis entrar nesse particular, pois apenas me fez lembrar que tudo já foi pago na cruz do Calvário, quando Ele derramou seu sangue para perdoar nossos pecados, Ele também levou sobre si, todas as nossas dores e enfermidades, tanto do corpo, como da alma e também do nosso espírito.

Minha experiência….

Para qualquer tipo de enfermidade, com toda certeza eu RECOMENDO!!!!Pode procurar o Dr. Jesus Cristo!!! Ele é a solução!!!

Resultado dos Meus Exames

 

OBS: Este texto não é um “tratado” sobre a doença “Bipolar” (Transtorno Afetivo do Humor).

Apenas fiz uma comparação do comportamento de quem enfrenta essa doença física, com os cristãos que têm esse tipo de comportamento dentro da Igreja,  e, no sentido espiritual.

Como recebi alguns comentários demonstrando uma certa frustração a respeito, deixo como sugestão o Link:

Minha Vida

que tem informações muito importantes a respeito dessa doença, e você poderá sanar todas as dúvidas a respeito e orientar pessoas que verdadeiramente necessitam de acompanhamento médico.

 
Sonia Valerio da Costa
06/06/2010

Minha fé é racional

féracional

(Google Imagens) 

Facilmente encontramos uma grande variedade de mensagens falando sobre amizade, ou mesmo definindo o que é ser amigo. Todos que já participaram de alguma plataforma de relacionamento na web, entendem perfeitamente o que estou querendo dizer. Aqui encontramos muitos amigos virtuais que, muitas vezes contribuem muito melhor para o nosso crescimento, do que amigos reais que  na maioria das vezes não podem nos ajudar quando mais estamos precisando.

Na verdade, nós seres humanos, sempre nos empolgamos num primeiro momento quando fazemos novos amigos. Com o passar do tempo e da convivência, vamos entendendo que aquela amizade não era tudo aquilo que imaginávamos. Assim, os contatos vão sendo feitos com intervalos cada vez maiores, se tornando esporádicos, até que ficam em nossa lembrança, apenas a nostalgia que um dia tivemos a oportunidade de conhecer alguém interessante e que naquele determinado momento nos foi favorável.

Quem nunca se decepcionou com algum amigo íntimo, daqueles que estão sempre conosco e com quem sempre  pudemos contar, que atire a primeira pedra. Não estou fazendo apologia contra a amizade, mas sim querendo dizer que todas as amizades são passageiras. Algumas duram anos, mas devido a circunstâncias da vida elas também se acabam; ou na melhor das hipóteses, se tornam distantes.

É bem provável que o leitor esteja se questionando, buscando entender onde estou querendo chegar. Fique tranquilo porque esse é meu estilo; gosto de montar uma linha de raciocínio para me fazer entender da melhor forma possível. Sou mais razão do que emoção.

Quem não gostaria de ter um amigo, com o qual pudesse contar no momento que precisasse; que resolvesse todos os seus problemas da melhor forma possível; que estivesse ao seu lado nos momentos de tristeza, angústia, enfermidade e outras adversidades da vida, para poder chorar com você, mas também te dar palavras de encorajamento; que participasse dos seus momentos de sucesso, se alegrando com suas vitórias como se fossem vitórias dele também; que você pudesse confidenciar seus segredos mais íntimos e ele te compreendesse, te aconselhasse sabiamente e nunca te difamasse ou contasse seu segredo para um outro melhor amigo dele; em fim, em quem você pudesse confiar cegamente, pois ele estaria sempre acreditando em você, de tal forma, que disponibilizaria todos seus contatos, para que você pudesse localizá-lo sempre que precisasse?!!!.

Seria até um tanto utópico pensar que, quando você telefonasse para esse amigo, nunca ouviria som de ocupado, ou de mensagens gravadas, ou fora de serviço, ou fora de área, ou sendo transferido para caixa de mensagens.

Se você

… enviasse um e-mail, a resposta dele seria automática; não daquelas dizendo que você aguardasse um retorno; mas que ele estivesse ali, on-line, para te responder imediatamente.

… entrasse no MSN, imediatamente levantaria uma janelinha lateral e claro, seria ele dizendo: “eu também estou aqui, caso você esteja precisando de alguma coisa”.

… no Twitter, iria verificar que, justamente naquele momento, ele estava com a agenda livre para te receber.

… no diHITT, encontraria ele lá também, on-line, claro, para receber, votar e comentar todas as notícias que você enviasse, de forma que você sempre estivesse no ranking dos mais populares.

… na Blogosfera, já sabendo de antemão  o assunto que você estava precisando se aprofundar, automaticamente, ele iria te disponibilizar uma série de links, indicando o conteúdo de cada um.

… no Neopets, já receberia uma orientação dos jogos que mais estavam fazendo sucesso naquele momento e você estaria despreocupado com algum crédito que pudesse perder numa jogada errada, pois ele te cederia créditos gratuitamente, para que sua imagem não fosse comprometida diante dos demais competidores.

… no orkut, no ning, no facebook, no flickr, e outros, ele também estaria on-line, para te apoiar no que fosse necessário.

Com certeza você deve estar pensando que isso seria um verdadeiro Big Brother  e que na verdade não teria graça nenhuma; essa “comodidade” que esse utópico amigo estaria lhe proporcionando, anularia todas as emoções que você poderia sentir, se pudesse usar da sua liberdade para resolver seus problemas com sua própria inteligência.

Leia mais…

Está decidido: serei twitteira!

 (Eu uso Google Imagens) 

Quando a janela se abriu, que frustração!!!… Uma baleia feliz, afundando em alto mar; era a primeira vez que isso me acontecia.  Apesar do impacto visual, fechei e abri novamente. O cenário já havia mudado e então pude navegar através dos perfis dos twitteiros e descobri muita informação interessante, postadas por pessoas, também interessantes. Num primeiro momento selecionei algumas pessoas, sites e até programas que me interessaram.

Com o passar dos dias fui excluindo alguns e acrescentando outros e continuarei procedendo dessa maneira, até formar um grupo que possa me trazer contribuições suficientes para desenvolver minhas reflexões. 

Sejamos realistas; nós, seres humanos, curiosos natos, estamos sempre à procura de novidades e desejosos de viver novas experiências. Eu, em especial, devido a minha profissão, quero e preciso sempre entender de tudo, um pouco. 

Neste novo programa de comunicação, a ordem é “siga-me”, onde todos os participantes acreditam ter algo importante para postar publicamente. Na realidade, sabemos que isto não é bem assim. Nosso tempo é escasso e portanto necessitamos selecionar criteriosamente a quem seguiremos.  O inverso foge ao nosso controle. Apesar de podermos bloquear o livre acesso, não dispomos de nenhum critério para escolher quem deverão ou não, serem nossos seguidores.

Quando decidi twittar, senti o peso da responsabilidade que assumi, e esse foi o ponto crucial que me inspirou a escrever sobre esse assunto. 140 caracteres são suficientes para transparecer quem somos, o que fazemos, o que pensamos e onde queremos chegar. Dessa forma, quando postamos alguma informação, precisamos nos preocupar mais com nossos followers do que com nossos followings.

Tanto no mundo virtual, quanto no real, querendo ou não, deixaremos rastros que serão seguidos por alguém, que talvez nunca venhamos conhecer pessoalmente. O importante é assumirmos inteira responsabilidade por nossas atitudes e/ou palavras, porque serão como sementes lançadas em diversos tipos de terra (corpo físico e/ou espiritual) que, se forem produtivas, um dia darão frutos e servirão de alimento para as próximas gerações.

 “…o que semeia justiça terá recompensa verdadeira.” Pv. 11:18b

“…um é o que semeia, e outro o que ceifa.” Jo. 4:37

“…um homem sempre colherá justamente o produto da semente que ele plantou! Se ele plantar a fim de agradar aos seus próprios desejos maus, estará plantando as sementes do mal e logicamente fará uma colheita de ruína espiritual e morte; mas se plantar as coisas boas do Espírito, ele colherá a vida eterna que o Espírito Santo lhe dá.” Gál. 6:7b-8

Estamos plantando hoje, o que o mundo colherá amanhã! Com certeza, nossos descendentes irão saborear dos frutos cujas sementes estão sendo semeadas hoje.

Sonia Valerio da Costa (11/10/2009)

Folow me on Twitter

Twittar: seguir ou perseguir?

 

 (Google Imagens)

Simbolicamente, este tem sido um dos verbos mais conjugados na web, principalmente quando acompanhado pelo verbo “follow” em sua forma imperativa.  Quando twittamos, nosso principal objetivo é despertar em alguém o interesse pelo que estamos fazendo de interessante, a ponto de nos seguir diariamente. A recíproca também é verdadeira, porque nós estaremos seguindo também, apenas aqueles que despertarem nosso interesse sobre o trabalho que desenvolvem, por onde andam e também o que fazem. Isto significa que seguiremos apenas os twitteiros que nos são afins.

Mas quero que você reflita comigo, a respeito de qual seria nossa reação, se fôssemos coagidos a seguir alguém que não conhecêssemos e, pior ainda, se essa pessoa nos fosse totalmente inexpressiva no que tange aos nossos interesses pessoais!! Com certeza, nossa resposta seria bastante objetiva, do tipo: “Quem é você para que eu te siga? Não te conheço e pelo que eu saiba nossos caminhos nunca se cruzaram; como você pode me dar uma ordem dessas, sem saber a respeito de meus compromissos e de minhas atividades profissionais?!! Bem, deixa para lá… creio que isso só pode ser uma brincadeira… portanto, com licença, que eu preciso trabalhar”.  

Então você voltaria às suas atividades, porém começaria a raciocinar a respeito daquela atitude tão singular: “Quem seria aquela pessoa, que sem me conhecer, teve tamanha ousadia em dar-me uma ordem dessas?!!!” Possivelmente seus pensamentos começariam a ser despertados pela curiosidade, proporcionando até certo arrependimento, por imaginar que pudesse ter perdido uma ótima oportunidade de conhecer alguém interessante.

Qualquer ser humano que recebesse uma ordem dessas, com certeza daria uma resposta semelhante a que foi descrita acima. No entanto, “eu recebi essa ordem… e obedeci. Foi algo inexplicável que aconteceu comigo; aquela palavra de ordem, foi mais forte que minhas razões, e por isso não pude e nem tive tempo de contestá-la; simplesmente segui quem me chamava”…..

Penso que esse teria sido o provável depoimento de Levi, caso fosse questionado por sua atitude de obedecer à ordem de Jesus, quando lhe disse “Segue-me” (Lc.5, 27b). No momento que Jesus passou e lhe deu essa ordem, Levi estava trabalhando. Jesus ainda era desconhecido, pois seu Ministério terreno estava apenas começando. Com certeza, Levi acertou em aceitar aquele convite, pois além de ter sido nomeado como um dos discípulos do Mestre, teve a oportunidade de presenciar ao vivo, a realização de milagres, curas e libertação dos oprimidos que se encontravam excluídos da sociedade.

Por aqueles dias, além de Levi, mais onze homens receberam o mesmo chamado e todos aceitaram. Fico analisando, que aqueles que seguiram Jesus constantemente, foram os que vivenciaram os maiores milagres em suas próprias vidas; mais tarde puderam registrar suas experiências, nos deixando conselhos e orientações espirituais de uma vida de plena comunhão com Deus. Dentre os que seguiram Jesus de uma forma mais esporádica, talvez apenas como observadores, um traiu Jesus e os demais ficaram apenas na lembrança de seus companheiros.

Depois que Jesus terminou sua missão aqui na terra, surgiu outro homem decidido a seguir Jesus. Conhecendo suas verdadeiras intenções, Jesus apresentou-se a ele e lhe disse: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Esse homem, que depois passou a ser conhecido como Paulo, o Apóstolo Paulo, teve sua personalidade transformada radicalmente pelo poder e autoridade das palavras de Jesus. Dali em diante ele entendeu o que era verdadeiramente “seguir a Jesus”. Seguiu-O até o final de sua vida, nos deixando registrados, suas experiências e conselhos doutrinários, que ele mesmo disse ter recebido do próprio Pai Celestial (Deus).

Neste mundo virtual, escolhemos criteriosamente a quem seguiremos. Mas, até quando? Chegará o momento que aquele determinado twitteiro que estamos seguindo, deixará o mundo virtual e talvez nem cheguemos a saber de quem se tratava na vida real. Então, porque não seguir Alguém que seja eterno, e que por ser eterno, nos oferece segurança e sempre terá algo novo a nos acrescentar.  Ele primeiramente se fez conhecido entre nós, através de Jesus Cristo O Seu Filho, para através dEle, em algum momento da trajetória de nossa vida, nos dar a mesma ordem que deu aos seus discípulos: “siga-me”. Aceite essa ordem, de bom grado, pois eu também já a recebi e passei a segui-lo.

Desde então, afirmo que minha vida tem sido permeada de alegrias de alma e de espírito, pois não estou seguindo os passos de um Mestre qualquer, mas os do próprio Deus representado na pessoa de seu Filho Jesus Cristo. Sei também, que somente com Ele poderei viver eternamente. Portanto, aceite você também este convite “Siga-me” em:  @JesusCristo.

Obs.: este link só poderá ser acessado no mundo espiritual.

Palavras de Jesus: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (Jo. 8, 12)

Sonia Valerio da Costa
26/09/2009

O Poder da autoridade divina

(Google Images)

“Por mim reinam os reis e os príncipes ordenam justiça. Por mim governam os príncipes e os nobres, sim, todos os juízes da terra”. (Pv 8. 15,16)

A partir do momento que o homem pecou e foi afastado da presença divina, Deus viu a necessidade de instituir poderes hierárquicos, que tivessem autoridade para fazer justiça, protegendo os bons e punindo os maus. Através das autoridades constituídas, Ele governaria a humanidade com justiça e equidade (Sl. 67). No princípio, Deus exercia somente autoridade política e havia apenas uma nação no mundo.

A construção da Torre de Babel foi uma prova de que o homem também necessitava de uma autoridade espiritual para controlar seus impulsos egocêntricos. Assim, Deus elegeu o povo de Israel e planejou exercer conjuntamente autoridade política e espiritual sobre eles para que fossem um exemplo às demais nações. Novamente o homem rejeitou o governo político de Deus, pois desejando se igualar às demais nações, Israel preferiu sobre si, um rei politicamente instituído. Essa atitude levou a nação de Israel a uma derrota total. Em I Sm. 8. 7, Deus diz ao profeta Samuel: “não te rejeitaram a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre eles”. Quando Israel rejeitou o governo divino, na verdade estava se opondo à autoridade política de Deus. Mesmo porque Deus nunca abriria mão de Sua autoridade espiritual.

Passados alguns séculos, com o propósito de restaurar o homem, Deus, pelo Seu infinito amor, se propôs a exercer diretamente só autoridade espiritual, enviando Seu próprio Filho Jesus Cristo; esse plano de salvação, restauraria a comunhão entre o homem e Seu Criador.  Depois que os primeiros cristãos usufruíram dessa submissão à autoridade espiritual/sacerdotal de Jesus, comprovaram em suas vidas a veracidade das palavras do Mestre, quando afirmou: “aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt. 11. 29b,30). Porém, a humanidade se negou e continua se negando a aceitar plano tão simples de salvação, não querendo se submeter à autoridade divina.

O Apóstolo Paulo entendendo a importância de haver harmonia entre a Igreja e o Estado, a fim de que o Evangelho pudesse crescer com liberdade, orientou os cristãos de Roma a que fossem obedientes às autoridades, não por medo da punição, mas porque foram instituídas por Deus, justamente para que os maus fossem punidos; quem praticar o bem terá o seu louvor (Ro. 13.1-7). Porém, quando um governo político, impõe aos seus subordinados que lhe dispensem honras divinas, tomando o lugar de Deus ou de sacerdote, estará sendo reprovado, em primeira instância, pelo próprio Deus.

Infelizmente a história universal tem registrado a atuação de vários governantes, que estabeleceram sua própria justiça, em detrimento da justiça divina; de maneira direta ou indireta, causaram males terríveis e infelicitaram a vida de milhões de pessoas. Deus tem sido longânimo até para com tais governantes; porém, sempre levantará alguém com autoridade para fazer-lhes oposição, a fim de que entendam que estão sendo reprovados por Ele.

Atualmente um espírito de rebeldia e insubmissão para com as autoridades instituídas, seja governamental, familiar ou religiosa, tem atingido nossa sociedade, provocando conseqüências desastrosas. A desobediência e intolerância às leis instituídas estão proporcionando o desequilíbrio físico, social, ecológico, moral e espiritual.

Sabemos que as nações estão caminhando para a formação de apenas um governo mundial. Porém, esse governo, no final dos tempos, será um reino sacerdotal, governado pelo próprio Jesus, o Filho de Deus, que foi morto, mas ressuscitou e está assentado à direita de Deus Pai e é o único que pode interceder por nós.

Assim, nossa esperança deve estar firmada nas promessas divinas conforme está escrito em I Co. 15. 24,28: “Então virá o fim quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver destruído todo domínio e toda autoridade e todo poder, então o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos”. Com muita alegria e voluntariamente, nos submeteremos ao Rei dos reis e Senhor dos Senhores, porque todos os seus inimigos, inclusive a morte, estarão destruídos.

“Glórias e honras ao Senhor Deus, o Todo-poderoso, que era, e que é, e que há de vir” (Ap. 4, 8b).

 Sonia Valerio da Costa
30/08/2009
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