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Archive for julho \30\UTC 2010

“Ser ou Não Ser de Ninguém” – Arnaldo Jabor

Na hora de cantar, todo mundo enche o peito nas boates e gandaias, levanta os braços, sorri e dispara: “… eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também…”

No entanto, passado o efeito da manguaça com energético, e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração tribalista se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois?

Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que toda ação tem uma reação? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo – beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja, é preciso comer o bolo todo e, nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.

Embora já saibam namorar, os tribalistas não namoram. “Ficar” também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é “namorix”. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada.

Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim, como só deseja a cereja do bolo tribal, enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas, e a troca de cumplicidade, carinho e amor.

Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.

Já dizia o poeta que amar se aprende amando. Assim, podemos aprender a amar nos relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações.

Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém.

É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento…

É arriscar, pagar para ver e correr atrás da tão sonhada felicidade.

É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer.

É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins. Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também…

É não ser livre para trocar e crescer…

É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida SOLIDÃO…

“Seres humanos são anjos de uma asa só, para voar têm que se unir ao outro.”

Fonte: Pensador.Info

Postado por Sonia Valerio da Costa
Em 30/07/2010
 
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Justiça e Amor Divinos

“A Justiça de DEUS, nunca é cruel, pois Ele não nos julga apenas por nossas atitudes, mas sim pelas intenções que nos levaram a elas.”

“Ficar em silêncio e deixar Deus agir, é sempre o melhor caminho para se alcançar resultados excelentes.”

“Quando Deus faz justiça, cabe a nós apenas liberar perdão. Nada mais.”

“Quando exercitamos o perdão, entre nós, seres humanos, nossas atitudes vão fazer transparecer o nível de porcentagem de perdão que liberamos para perdoar a ofensa.”

“Quando liberamos total perdão, a paz do Espírito Santo entra em nossa vida e reina em nossos corações.”

“Quando perdoamos, continuamos lembrando da ofensa recebida, mas o sentimento de misericordia passa a ser mais forte, se sobrepondo a qualquer atitude de revide.”

“Quando liberamos perdão àqueles que nos ofenderam, retribuimos a ofensa com o amor Ágape, que é o amor misericordioso e puro com o qual o próprio Deus nos amou.”

“Mistério! O perdão genuíno só pode ser liberado, quando antes conseguimos nos perdoar a nós mesmos! Deus quer isso e nos ajuda a fazê-lo!”

“A ausência de perdão nos aprisiona de tal forma aos nossos inimigos, que acabamos convivendo com eles 24 horas por dia.”

“Quando perdoamos, libertamos nossos inimigos; eles se vão de nossas vidas e passamos a viver em paz.”

“Se você estiver precisando de paz, o remédio eficaz e sem contra-indicação, é o perdão.”

Todos estes pensamentos são de autoria de:
Sonia Valerio da Costa
Postado em 25/07/2010

O Mestre precisa dele!

(Google Imagens)

Sendo 100% homem e 100% Deus, Jesus era onisciente e já sabia onde estava o jumentinho que Ele precisaria para entrar de forma triunfal em Jerusalém. Deu orientações detalhadas aos seus discípulos,  para que eles fossem buscá-lo com segurança.

“O Mestre precisa dele”, era a resposta que os discípulos deveriam dar, caso alguém questionasse alguma coisa. Esta passagem bíblica descrita em Marcos 11:1-11, relata o cumprimento da profecia de Zc. 9:9

Até então, Jesus era conhecido apenas como profeta, como Cristo, como Filho de Deus, como Filho do Homem e até mesmo como Elias; agora, Jesus iria se apresentar como Rei, pois era o que os judeus esperavam. Eles acreditavam que quando Deus enviasse o Messias prometido, Ele seria enviado como Rei para libertar Israel do Império que estivesse na época, dominando-os, e naquele momento era Roma.

Quando Jesus se aproximou de Jerusalém, seu objetivo era: promover uma entrada triunfal, dar cumprimento à profecia de Zacarias e também se apresentar como Rei; mas também demonstrar de forma bastante clara que, seu reino, era diferente do que o que os judeus estavam esperando. Seu reino não era deste mundo, mas sim um reino celestial, espiritual.

Quando Jesus enviou seus discípulos para que fossem buscar aquele jumentinho, Ele sabia que aquele não era um jumentinho qualquer. Com certeza ele tinha dono, pois do contrário, Jesus não precisaria alertar os discípulos a respeito do que deveriam responder quando fossem questionados ao soltá-lo.

Homem algum consegue montar um jumento antes de domá-lo; somente Deus poderia realizar esta atitude considerada impossível para os homens. Esse fato, prova de forma bastante clara, que Jesus é Deus, pois montou tranquilamente sobre o jumento, o qual ninguém ainda havia montado.

Entendemos que seu dono ainda não o havia domado, e é justamente por isso que ele conseguiu fugir. É provável que ao perceberem a fuga, tenham saído a galope atrás dele e, não por mera coincidencia, mas para um propósito divino, mesmo conseguindo laçá-lo, preferiram deixá-lo exposto entre dois caminhos, como diz a Bíblia Sagrada.

Pela experiência que possuíam, penso que acharam até uma ótima idéia, deixá-lo alí, fora da propriedade, pois caminhos, estradas e trilhas, geralmente são públicas. O jumento, na sua irracionalidade, ficaria se debatendo até chegar à exaustão; assim, o trabalho de resgate seria bastante facilitado para seu dono.

Ninguém em seu juízo ousaria tentar soltar o jumentinho para roubá-lo, pois estava visível a todos, que ele ainda não havia sido domado.

Nossa vida é feita de escolhas, mas nossas indecisões, fundamentadas em ‘n’ motivos pessoais, vai nos prendendo e nos bloqueando de tal forma que perdemos o rumo das coisas. A dúvida nos enraíza no lugar em que estamos, e as dificuldades de libertação, vão se tornando cada vez maiores e mais complicadas aos olhos humanos. Chegamos à exaustão física, emocional, e até mesmo espiritual.

Percebemos que quanto mais nos debatemos para querermos nos soltar por nossa própria conta, mais ficamos enredados na situação, e acabamos reconhecendo que somente Deus pode nos libertar.

Deus, conhecedor dos nossos pensamentos e intenções, aguarda que cheguemos nesse ponto, então envia mensageiros para nos dizer: “O Mestre precisa de você”. Deixe-se ser levado pelo Mestre Jesus, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Permita que Ele use você como veículo para levá-lo em segurança, passando com todas as honras no meio dos que zombaram da sua situação quando você estava preso entre dois caminhos.

Quando Jesus controla nossa vida, Ele invade nossa alma com a paz celestial e passamos a caminhar com passos firmes em direção à nossa vitória e o Nome Santo de Jesus Cristo será mais uma vez glorificado!

Toda honra e Glória sejam dadas ao Nosso Rei, Senhor e Salvador Jesus Cristo! Amém!

Por Sonia Valerio da Costa
em: 22/07/2010

Deus é Fiel!

(Google Imagens)

“Quando queremos nos disvencilhar dos nossos inimigos, por nossa própria conta e risco, acabamos enredados entre dois caminhos  e nos tornamos os bobos da côrte!

Mas quando nos silenciamos e deixamos que Deus tome nossa frente, as portas se abrem, as perseguições cessam e Deus nos toma em seus braços para que todos contemplem nossa inocência!”

Sonia Valerio da Costa
em 18/07/2010
 

Blog Artigos & Crônicas

Agradeço a todos os que contribuiram beneficamente para que este Blog completasse um ano na web. Sem leitores, sem comentários, sem divulgação, este Blog não tería ultrapassado os 10 mil acessos com apenas um ano e dois meses de vida.

A todos que acessarem este Blog renovado e com um novo domínio. leve o Selo Comemorativo alusivo ao 1º aniversário que aconteceu em 21/04/2010. Coloque no seu Blog, faça um link-me e nesta parceria vamos continuar divulgando nosso trabalho como Blogueiros do Bem.

Veja no link abaixo os fatos que marcaram o 1º ano deste Blog:

1º Aniversário do Blog Artigos & Crônicas

Meu agradecimento especial para o trabalho realizado pela Empresa Anfibia, que não mediu esforços para fazer acontecer tudo o que idealizei para este Novo Blog.

Recomendo: ANFÍBIA

Sonia Valerio da Costa
Junho/2010